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Coparentalidade e desenvolvimento da cognição social em crianças pré-escolares

Processo: 20/08594-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Débora de Hollanda Souza
Beneficiário:Pedro Carrara de Oliveira
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50909-8 - INCT 2014: Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE): aprendizagem relacional e funcionamento simbólico, AP.TEM
Assunto(s):Cognição social   Coparentalidade   Pré-escolar   Desenvolvimento cognitivo   Psicologia do desenvolvimento   Crianças   Escalabilidade

Resumo

Diversos estudos têm investigado a habilidade de crianças pequenas discriminarem bons e maus informantes em situações novas de aprendizagem, um fenômeno conhecido como confiança ou aprendizagem seletiva. Alguns pesquisadores têm se interessado particularmente em investigar os fatores que controlam a aprendizagem seletiva, como por exemplo, o gênero do informante, familiaridade com o informante, privação afetiva, histórico de confiabilidade, entre outros. No Brasil, no entanto, o número de pesquisas sobre confiança seletiva é ainda limitado. O presente estudo tem como objetivo contribuir para essa linha de investigação no país, investigando o papel da relação coparental dos pais no desenvolvimento da confiança seletiva de crianças brasileiras. Trinta e seis crianças, de 3 a 5 anos de idade, participarão da pesquisa. Para avaliar a confiança seletiva, será utilizado um paradigma clássico envolvendo uma tarefa de nomeação por dois potenciais informantes com históricos de confiabilidade distintos (i.e., um informante sempre diz o nome errado dos objetos e o outro sempre diz o nome correto). Para avaliar coparentalidade, será utilizada a Escala da Relação Coparental, que será entregue aos pais na própria instituição de ensino das crianças. Espera-se encontrar uma correlação positiva entre o nível de coparentalidade dos pais e o desempenho das crianças na tarefa de confiança seletiva, bem como um efeito de idade.