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Bacillus subtilis na atenuação do estresse térmico e modulação do etileno em feijoeiro

Processo: 20/11892-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Fabio Fernando de Araujo
Beneficiário:Viviane Cacefo
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/16202-2 - Bacillus subtilis NA ATENUAÇÃO DO ESTRESSE TÉRMICO E MODULAÇÃO DO ETILENO EM FEIJOEIRO, AP.R
Assunto(s):Microbiologia do solo   Etilenos   Ácidos carboxílicos   Bacillus subtilis   Estresse térmico

Resumo

O aumento da concentração de etileno na planta tem sido relacionado com os danos causados na abscisão de flores e vagens, além da redução de nodulação no feijoeiro, ocorridos em períodos de elevação de temperaturas do ar. Este hormônio é produzido nas plantas inicialmente com a formação do ácido-carboxílico-aminociclopropano (ACC). Por outro lado, sabe-se que a presença de rizobactérias nas plantas pode inibir a formação do etileno pela desaminação do ACC, efetivada pela enzima ACC-deaminase, além de desencadear outras alterações bioquímicas em plantas, quando em condições de estresse. Bacillus subtilis tem seu uso indicado, em diferentes estudos, como de grande potencial para atenuar os danos causados nas plantas por estresses como: hídrico, salino e patológico. Propõe-se neste trabalho avaliar o efeito do etileno no abortamento de flores, nodulação e crescimento do feijoeiro, submetido a estresse térmico, com ou sem inoculação de Bacillus subtilis, em condições controladas. Será estudado também o perfil transcricional de genes envolvidos na biossíntese do etileno, como: ACC sintase e oxidase. Pelas análises fitotécnicas, bioquímicas e genômicas poderá ser avaliar se a inoculação de B. subtilis, utilizando-se estirpes com alta e baixa atividade de ACC deaminase, verificada in vitro, pode influenciar na concentração de etileno em plantas e/ou atenuar os danos do estresse térmico em feijoeiro. Por fim, verificar a tolerância dos diferentes genótipos avaliados ao estresse térmico e comportamento dos mesmos quanto a concentração de etileno em seus tecidos e danos causados ao seu desenvolvimento. (AU)