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Efeito do treinamento físico sob a contribuição dos aferentes quimiorreceptores carotídeos para as disfunções autonômica, cardíaca e vascular pulmonar na Hipertensão Arterial Pulmonar: uma perspectiva translacional

Processo: 19/27782-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Vigência (Término): 30 de setembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Kátia de Angelis Lobo D Avila
Beneficiário:Marcelle de Paula Ribeiro
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia do exercício   Exercício físico   Corpo carotídeo   Sistema nervoso autônomo   Células quimiorreceptoras   Hipertensão arterial pulmonar

Resumo

A Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP) é uma doença de etiologia variada, caráter progressivo e prognóstico desfavorável. A HAP cursa com importante disfunção autonômica cardiovascular, que contribui para a piora de parâmetros hemodinâmicos, clínicos e progressão da doença. Recentemente, evidências em humanos demonstraram que um dos mecanismos que podem estar envolvidos na disfunção autonômica na HAP é a exacerbação do quimiorreflexo carotídeo. Por outro lado, o Treinamento Físico (TF) tem-se mostrado efetivo em atenuar a atividade dos quimiorreceptores carotídeos em diferentes doenças cardiorrespiratórias. Tais evidências justificam maior investigação acerca do envolvimento dos aferentes quimiorreceptores carotídeos para a fisiopatologia da HAP, assim como o potencial efeito do TF sobre o controle quimiorreflexo nessa população. Especificamente, as hipóteses são: 1) o quimiorreflexo carotídeo possui papel significativo na disfunção autonômica, nas alterações da função e estrutura cardíaca e vascular pulmonar na HAP; e 2) o TF combinado (aeróbio seguido de resistido dinâmico) é efetivo em normalizar, parcialmente, as alterações mediadas pela exacerbação desse reflexo. Para testar essas hipóteses, será utilizado um protocolo translacional, na UNIFESP e em colaboração com a Faculdade de Medicina- USP. Em animais com HAP induzida por monocrotalina (n= 72), sedentários e treinados (TF em moderada intensidade; 5 dias/semana; 5 semanas), a contribuição do quimiorreflexo carotídeo será avaliada via ablação seletiva dos corpos carotídeos. Em pacientes com HAP (n= 30), sedentários e treinados (TF em moderada intensidade; 2 dias/semana; 12 semanas), a contribuição do quimiorreflexo carotídeo será avaliada via inalação em mistura hiperóxica. Caso as hipóteses sejam confirmadas, os resultados indicarão o quimiorreflexo carotídeo como um importante mecanismo envolvido na fisiopatologia da HAP e o TF combinado, como estratégia não farmacológica para atenuação do quimiorreflexo carotídeo nessa população. (AU)

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