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Papel da resistina via CAP1 nas alterações vasculares mediadas pelo tecido adiposo perivascular em modelo experimental de Artrite Reumatoide

Processo: 19/24921-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Rita de Cassia Aleixo Tostes Passaglia
Beneficiário:Aline Garcia Fedoce
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08216-2 - CPDI - Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias, AP.CEPID
Assunto(s):Resistina   Artrite reumatoide   Hiperplasia   Tecido adiposo perivascular   Adenilil ciclases   Macrófagos   Modelos animais de doenças

Resumo

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica das articulações, de origem autoimune e multifatorial. Mais de 50% da mortalidade em pacientes com AR é atribuída a Doenças Cardiovasculares (DCV). As alterações funcionais e estruturais do PVAT, incluindo a hiperplasia do tecido adiposo, aumento de mediadores inflamatórios, estresse oxidativo, recrutamento de macrófagos M1 e M2, diminuição de fatores relaxantes derivados de adipócitos com aumento de adipocinas pró-inflamatórias, como a resistina, contribuem para as DCV. A liberação de adipocinas pró-inflamatórias é um dos mecanismos provavelmente associados à disfunção do PVAT na AR. As concentrações circulantes e sinoviais de resistina estão aumentadas na AR. A resistina humana é produzida e secretada por monócitos/macrófagos e liga-se a receptores para proteína associada a adenilato ciclase 1 (CAP1) presentes na superfície dessas células, promovendo inflamação do tecido adiposo com aumento da liberação de citocinas, quimiocinas e recrutamento de células do sistema imune, eventos intimamente associados a AR. Neste contexto, a resistina via CAP1 torna-se um importante alvo para investigação na disfunção do PVAT e concomitante disfunção vascular na AR. Portanto, neste estudo testaremos a hipótese que a resistina via CAP1 contribui para a disfunção do PVAT, pelo aumento de mediadores inflamatórios e recrutamento de macrófagos na vasculatura, em modelo experimetnal de artrite. A fim de testar a nossa hipótese, camundongos C57BL/6 e camundongos nocaute para resistina [Retn (-/-)], com seus respetivos controles, serão submetidos à Artrite Induzida por Adjuvante (AIA). Ensaios de reatividade, ensaios enzimáticos, moleculares e celulares serão realizados em artérias provenientes destes animais. (AU)