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Chuva de sementes e limitação ao recrutamento de plantas em fragmentos de Mata Atlântica nordestina

Processo: 20/10339-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2020
Vigência (Término): 31 de outubro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Luís Fábio Silveira
Beneficiário:Rafael Barbizan Sühs
Instituição-sede: Museu de Zoologia (MZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/23548-2 - Avaliação, recuperação e conservação da fauna ameaçada de extinção do Centro de Endemismo Pernambuco (CEP), AP.TEM
Assunto(s):Dispersão   Mata Atlântica

Resumo

Um dos processos ecológicos que nos últimos anos tem atraído a atenção dos ecólogos vegetais é a "limitação de recrutamento", ou seja, a incapacidade das plantas ocuparem todos os lugares disponíveis no ambiente para o recrutamento de novos indivíduos. Esta limitação tem profundas implicações para a estrutura e dinâmica das populações e comunidades vegetais. Entre os mecanismos envolvidos na limitação de recrutamento estão a "limitação de dispersão", que ocorre quando as sementes não chegam aos locais disponíveis para o recrutamento, e a "limitação de estabelecimento", que ocorre quando as sementes, apesar de chegarem aos locais disponíveis para recrutamento, não conseguem aí se estabelecer como plântulas devido a condições bióticas e/ou abióticas inapropriadas. Tais mecanismos, ainda pouco estudados para florestas tropicais em geral, podem ser afetados por perturbações ambientais. O projeto aqui proposto visa investigar os padrões de limitação de recrutamento de plantas em fragmentos de Floresta Atlântica de Alagoas. Para isso serão estudadas a chuva de sementes e o estabelecimento das plântulas. Com este projeto pretende-se conhecer os fatores que influenciam o recrutamento nas populações de plantas em ambientes florestais perturbados. Estas informações serão úteis para o delineamento de práticas de manejo que promovam a manutenção das populações vegetais nativas nos fragmentos de floresta estudados.