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Marcadores da autofagia e da síntese de ácidos graxos: rastreamento da resposta dos esferoides de melanoma ao esquema terapêutico Drug Holiday

Processo: 20/12828-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2020
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia
Pesquisador responsável:Carmen Veríssima Ferreira
Beneficiário:Beatriz Aires Lopes
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Autofagia   Melanoma   Violaceína   Transdução de sinais   Ácidos graxos   In vivo   Monitoramento

Resumo

O melanoma é o mais letal tipo de câncer de pele devido à sua alta taxa proliferativa e capacidade de metástase, além da baixa resposta ao tratamento, o que em parte, é decorrente de uma alta taxa basal de fluxo autofágico. Para o estudo desses mecanismos celulares e para a triagem de compostos a abordagem de cultura celular 3D mista tem se mostrado efetiva, pois possibilita maior fidelidade à fisiologia do tumor no organismo in vivo, mimetizando seu característico gradiente de oxigênio e nutrientes e possibilitando interações celulares e microambiente alterados. Pensando nisso, uma vez que nosso grupo demonstrou que a violaceína, pigmento derivado do metabolismo secundário da Chromobacterium violaceum, inibe a autofagia em células de melanoma e consequentemente, estimula a morte por apoptose, no presente projeto investiremos em 4 frentes: I) Avaliar se a ação da violaceína é duradoura em cultura 3D; II) Avaliar se a presença de células do microambiente afetam a ação da violaceína; III) Verificar se o esquema terapêutico Drug holiday no qual a combinação violaceína e Vemurafenibe será utilizada, melhora a ação do Vemurafenibe; IV) Examinar se a violaceína interfere no nível da Àcido Graxo Sintase, enzima chave na síntese de ácidos graxos e apontada como relevante no melanoma. Desta forma, espera-se que a violaceína atue como agente sensibilizante e portanto, proporcione a utilização de menores concentrações do Vemurafenibe, e garanta a taxa de resposta. Fato relevante, no que tange à qualidade de vida do paciente e no custo geral do tratamento. Ademais, almeja-se ainda que o estudo auxilie na identificação de marcadores (FASN e proteínas da via autofágica) para o monitoramento da efetividade do tratamento neste tipo de câncer.

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