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Análise proteômica dos efeitos sistêmicos do veneno da Bothrops jararaca em modelo murino.

Processo: 20/12317-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Solange Maria de Toledo Serrano
Beneficiário:Alison Felipe Alencar Chaves
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID
Assunto(s):Proteômica   Venenos de serpentes

Resumo

Acidentes ofídicos são classificados na categoria A das doenças tropicais negligenciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devido à sua elevada morbimortalidade global. Embora os efeitos locais das picadas por serpentes sejam bem documentados, o conhecimento sobre os efeitos sistêmicos desses venenos ainda é limitado. O envenenamento por serpentes Viperidae causa hipotensão, eventualmente levando a choque, coagulopatia e insuficiência renal aguda, mas os mecanismos desses efeitos permanecem amplamente desconhecidos. As diferenças entre os conhecimentos clínicos e os mecanísticos torna difícil encontrar melhores intervenções para os efeitos sistêmicos do envenenamento. Usando uma abordagem integrativa que inclui proteômica quantitativa, N-terminômica e fosfoproteômica em animais que receberão ou não o soro antiveneno após injeção do veneno da Bothrops jararaca, analisaremos vias de sinalização alteradas nos rins, fígado e pulmões, com especial foco para a atividade das enzimas proteolíticas do veneno.