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Levantamento dos casos de desenvolvimento de neoplasia após transplante de fígado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo

Processo: 20/07803-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2020
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernanda Fernandes Souza
Beneficiário:Antônio Carlos Pizani Júnior
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (HCMRP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Gastroenterologia   Neoplasias   Hepatopatias   Transplantes   Fígado   Relatos de casos   Estudos epidemiológicos

Resumo

O Brasil é o segundo país do mundo que mais realiza transplantes hepáticos. Em Ribeirão Preto, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) já realizou mais de 480 transplantes de fígado em 20 anos de programa. Dados internacionais já mostraram que as drogas imunossupressoras, que são utilizadas por toda a vida por pacientes transplantados, podem aumentar a incidência de neoplasias e que a etiologia da doença hepática que levou ao transplante tem impacto tanto no tipo de neoplasia desenvolvida quanto no prognóstico. Esse fenômeno é bem descrito para a Doença Alcoólica do Fígado (ALD), porém há carência de dados que façam a mesma análise com pacientes transplantados devido a Doença Gordurosa Não Alcoólica do Fígado (NASH). Considerando-se o impacto que protocolos de rastreio de neoplasias específicos para pacientes transplantados por ALD tiveram na redução de diagnóstico tardio e mortalidade nessa população, dados sobre as neoplasias de novo em pacientes transplantados por NASH mostram-se essenciais. O objetivo deste projeto é descrever a epidemiologia das neoplasias de novo nos pacientes do programa de transplante de fígado do HCFMRP-USP e comparar os desfechos em pacientes transplantados por diferentes etiologias, com o objetivo de fornecer dados para prevenção e acompanhamento adequado desta população.