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Monitoramento das florestas em restauração do Estado do São Paulo: Aplicação de novas ferramentas de sensoriamento remoto e subsídios para políticas públicas

Processo: 19/24049-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Pesquisador responsável:Pedro Henrique Santin Brancalion
Beneficiário:Angelica Faria de Resende
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/18416-2 - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza - NewFor, AP.TEM
Assunto(s):Cerrado   Mata Atlântica   Restauração florestal

Resumo

Para se recuperar serviços ecossistêmicos, prover a mitigação das mudanças climáticas, e garantir a segurança alimentar e a proteção de mananciais, diversos projetos de lei e acordos internacionais foram firmados com metas audaciosas de se restaurar florestas em larga escala. O uso de imagens de diferentes sensores remotos, em diferentes escalas espaciais, espectrais e temporais, é de extrema importância para o planejamento e monitoramento de grandes áreas em restauração. Com este projeto pretendemos viabilizar o monitoramento em larga escala de novas florestas do Estado de São Paulo utilizando imagens e dados de sensores ativos e passivos de baixo custo ou gratuitos associados a dados de campo para responder: 1) Onde estão as florestas em restauração de São Paulo? 2) Quais tipologias compõem as florestas em restauração? 3) Quais os estágios sucessionais das diferentes coberturas de vegetação nativa? 4) Qual a biomassa e carbono estocados das florestas em restauração? 5) Quais metodologias de sensoriamento remoto são mais eficientes para o monitoramento em larga escala da restauração florestal a partir da integração de imagens óticas e de radar, dados lidar, hiperespectrais e de inventário? Serão 20 paisagens amostrais, onde em cinco destas já foram coletados dados de sensores LiDAR-drone e hiperespectrais. Para a espacialização, usaremos imagens de radar (banda C - Sentinel 1), além de imagens óticas Landsat e Sentinel 2, e imagens da empresa Planet. Como resultados apresentaremos a configuração espacial das novas florestas, definiremos classes florestais e estágios sucessionais, relacionaremos atributos das imagens de radar e óticas à biomassa estimada por dados LiDAR e por inventário para quantificar o estoque de carbono por classe de cobertura. Os resultados vizam auxiliar na caracterização de serviços ecossistêmicos de novas florestas e apoiar o monitoramento da vegetação com foco nas florestas em restauração dando suporte à tomada de decisão por parte dos órgãos ambientais.