| Processo: | 20/15880-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 07 de novembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia |
| Pesquisador responsável: | Marcos César Alvarez |
| Beneficiário: | Bruna Prudêncio Teixeira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07923-7 - Núcleo de Estudos da Violência - NEV/USP, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Sociologia da violência e da criminalidade Guarda municipal São Paulo (SP) Século XIX |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Guarda Municipal permanente | Guardas Policiais | Monopólio da Violência | Sociologia da Violência |
Resumo O presente projeto de pesquisa de doutorado pretende analisar a atuação, organização e administração da Guarda Municipal Permanente e das Guardas Policiais na província de São Paulo ao longo do século XIX. A Guarda Municipal Permanente foi criada em 1831 pelo então ministro da justiça Diogo Antonio de Feijó. Dois anos depois, em 1833, o governo imperial autorizou às Câmaras Municipais a organização de Guardas Policiais em suas localidades. Ambas as instituições se configuram como as primeiras iniciativas do Império do Brasil de constituir forças estatais responsáveis apenas pela tarefa de policiamento e que fossem atuantes em todo o território nacional. Em vista disso, analisar o cotidiano da Guarda Municipal Permanente e das Guardas Policiais nas primeiras décadas após suas criações nos permitirá entender como a atividade policial se desenvolveu no Brasil e também a maneira com que o Estado tomou para si a responsabilidade de manutenção da ordem entrando na disputa pelo monopólio da violência. Juntamente a isso, analisaremos os conflitos instaurados na Província de São Paulo em decorrência da criação dessas novas policias e as disputas travadas a partir da delegação desses novos poderes concedidos pelo governo central. Nosso recorte temporal abrange desde a instauração do Ato Adicional, em 1834, quando as províncias ganharam autonomia do centro em relação ao policiamento e vai até o final do Império. (AU) | |
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