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Populações Indígenas e Meio Ambiente na Amazônia Antiga: uma abordagem paleoambiental

Processo: 20/16412-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2021
Vigência (Término): 30 de setembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências
Convênio/Acordo: AHRC,UKRI
Pesquisador responsável:Paulo Eduardo de Oliveira
Beneficiário:Luiza Santos Reis
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/07794-9 - Povos indígenas e o meio ambiente na Amazônia Antiga, AP.TEM
Assunto(s):Amazônia   Holoceno   Paleoclima   Palinologia

Resumo

Após a década de 1990, com o aumento das evidências científicas da ampla interferência humana nas paisagens amazônicas, um novo paradigma foi desenvolvido para a Amazônia. Antes vista como um ecossistema puro e intocado, a Amazônia agora é considerada o lar de antigos processos urbanos, atividades culturais, entre as quais se destacam uma longa história de domesticação de plantas em sincronia com alterações significativas da paisagem, especialmente desde meados do Holoceno. Tendo isto em vista, o presente estudo visa testar hipóteses extremamente relevantes sobre a ocupação humana na Amazônia Antiga, como a manipulação de plantas alimentícias e o Modelo do Jardim (Garden Model, em inglês) que prevê a manipulação intensa de recursos vegetais para sustentar áreas urbanas cercadas por um tipo de atividades agroflorestais. Nosso objetivo principal é reconstruir a vegetação, o uso da terra e a história de incêndios antropogênicos do Holoceno Tardio, além de obter uma compreensão abrangente do quanto as mudanças na vegetação foram causadas por fatores antropogênicos e climáticos durante os períodos de ocupação na bacia dos formadores do Rio Madeira. (AU)