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Investigação de modificadores genéticos em indivíduos com a síndrome de deleção 22q11.2 e sua relação com fenótipos patogênicos

Processo: 20/14411-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 15 de fevereiro de 2021
Vigência (Término): 14 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Maria Isabel de Souza Aranha Melaragno
Beneficiário:Natália Rodrigues Nunes Nishimoto
Supervisor no Exterior: Fatima Ferreira-Briza
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Salzburg, Áustria  
Vinculado à bolsa:20/04414-8 - Investigação de variantes genéticas em indivíduos com a Síndrome da Deleção 22q11.2 e seu efeito no fenótipo, BP.DD
Assunto(s):Genética médica   Síndrome da deleção 22q11   Polimorfismo de um único nucleotídeo   Correlação genética   Escoliose

Resumo

Vários estudos têm associado genes específicos a fenótipos observados na síndrome da deleção 22q11.2 (DS22q11.2), mas muito da etiologia para sua heterogeneidade clínica permanece desconhecida. Além dos genes na região deletada, vários fatores genéticos adicionais foram associados à penetrância de sinais clínicos em SD22q11.2. Levando em consideração que a relação entre alterações imunológicas e outros sinais clínicos da síndrome já foi observada, hipotetizamos que os SNVs associados a distúrbios imunológicos não sindrômicos podem predizer o risco de escoliose em pacientes com SD22q11.2. O uso de modelos estatísticos robustos para associar características complexas a variantes genéticas têm sido cada vez mais comum no campo da genética de populações. No entanto, o tamanho da amostra de doenças genéticas raras limita a aplicação desses modelos a síndromes genéticas como 22q11.1DS. Para superar essa limitação, o projeto atual aproveita conjuntos de dados públicos de escoliose isolada e distúrbios imunológicos para verificar se as variantes associadas a essas condições podem prever a presença de escoliose em DS22q11.2. Até onde sabemos, este é o primeiro estudo que investiga a associação genética entre escoliose não sindrômica e doenças imunológicas relacionadas ao contexto de SD22q11.2. Para tanto, propomos a realização de um estudo de correlação genética, utilizando estudos de associação de escoliose não sindrômica e distúrbios imunológicos, seguido da aplicação de escores de risco poligênico de distúrbios imunológicos para predizer a presença de escoliose em pacientes com SD22q11.2. Além disso, aplicaremos modelos de aprendizado de máquina usando SNVs associados a distúrbios imunológicos não sindrômicos para classificar a presença de escoliose em pacientes com SD22q11.2. Juntos, esses resultados fornecerão a primeira análise aprofundada da correlação genética da escoliose idiopática e distúrbios imunológicos não sindrômicos em humanos. Ao avaliar o papel das variantes comuns na predição do risco de desenvolver escoliose em pacientes com SD22q11.2, será alcançado um maior entendimento das associações genéticas imunológicas envolvidas na escoliose idiopática presente na população em geral. (AU)