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Atividade física como estratégia para alterar o perfil de ativação dos macrófagos associados ao tumor

Processo: 20/15317-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Roger Chammas
Beneficiário:Lucas Evaristo Ferreira Flausino
Instituição-sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia   Tratamento do câncer   Exercício físico   Atividade física   Transformação celular neoplásica   Macrófagos   Microambiente tumoral   Progressão da doença

Resumo

O microambiente tumoral é composto por várias barreiras e obstáculos que prejudicam a eficácia quimio-radioterapeûtica no tratamento oncológico. Um desses empecilhos seria a rede vascular aberrante e deficiente, que limita a perfusão tumoral, impedindo a entrega total de fármacos e criando zonas de hipóxia tumoral. Outro seria a presença de macrófagos associado ao tumor com predomínio de perfil M2 (alternativamente ativados), os quais favorecem a progressão e evasão tumoral, desestimulando a resposta imune, propiciando a formação de novos vasos irregulares e secretando fatores que estimulam a invasão e metástase. Por outro lado, dados da literatura sugerem que o exercício físico aeróbico pode interferir direta e indiretamente nesse microambiente tumoral, promovendo normalização vascular, reduzindo as áreas de hipóxia e favorecendo um "shift" no perfil imunológico e macrofágico. Esse projeto de iniciação científica pretende investigar, em um modelo murino geneticamente modificado que superexpressa a oncoproteína PyMT para tumorigênese mamária, se as consequências vasculares, metabólicas e imunológicas provocadas pela atividade física, são capazes de alterar a quantidade de macrófagos com perfil M2 na massa tumoral, de forma a reduzir a progressão da doença. Além disso, investigaremos, em modelos in vitro e in vivo, a especificidade de um novo marcador (Cy5-UNO-C), derivado do peptídeo UNO (CSPGAKVRC), para células CD206+/MRC1+.