| Processo: | 20/13959-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Katia Borgia Barbosa Pagnano |
| Beneficiário: | Ana Vitoria Ferreira da Mota |
| Instituição Sede: | Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neoplasias da medula óssea Síndromes mielodisplásicas Células-tronco hematopoéticas Comorbidade Infecções por Coronavirus SARS-CoV-2 COVID-19 Pandemias Estratégias terapêuticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Covid-19 | Epidemiologia | Neoplasias mieloproliferativas | Hematologia |
Resumo As neoplasias mieloproliferativas (NMP) clássicas são doenças clonais da célula-tronco hematopoiética que resultam na proliferação exacerbada de uma ou mais séries mieloides, causando leucocitose no sangue periférico, aumento da massa eritrocitária e/ou trombocitose, e compreendem policitemia vera (PV), trombocitemia essencial (TE) e mielofibrose primária (MF). A COVID-19 é uma infecção sistêmica e respiratória causada pelo betacoronavírus SARS-CoV-2 que foi inicialmente observada em dezembro de 2019, na China, e rapidamente tornou-se uma preocupação de saúde pública a nível global, declarado estado de pandemia em 11 de março de 2020 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo deste estudo é avaliar a incidência da COVID-19 nos pacientes com NMP clássicas em seguimento no ambulatório de Hematologia do Hemocentro da Unicamp e reunir dados a respeito de sua gravidade, evolução clínica e seus fatores determinantes nessa população, considerando a hipótese de que as características epidemiológicas e fisiopatológicas das NMP tornem os pacientes mais propensos a complicações hiperinflamatórias da COVID-19. Isso será realizado através da aplicação de questionários de modelo estruturado, em plataforma eletrônica, ao longo da pesquisa, de setembro de 2020 a abril de 2021, a cada seis meses, de forma a monitorar casos confirmados e suspeitos de COVID-19, juntamente com análise documental de prontuários e históricos médicos dos participantes da pesquisa. As informações coletadas serão sistematizadas e analisadas. Os resultados obtidos poderão auxilar no desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais adequadas no tratamento da COVID-19 na população-alvo. | |
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