| Processo: | 20/16696-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Clarisse Palma da Silva |
| Beneficiário: | Tami da Costa Cacossi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ecologia evolutiva Biogeografia Genética populacional Ecofisiologia Evolução fenotípica Bromeliaceae Região neotropical Mata Atlântica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biogeografia | Especiação de plantas | Genética de populações | gradiente altitudinal | Microevolução | Neotropico | Ecologia evolutiva de plantas |
Resumo Localizada na região Neotropical, a Floresta Atlântica é a segunda maior floresta úmida tropical da América do Sul. É formada por um complexo de vegetações que abrigam vários tipos de comunidades vegetais, estando entre os cinco principais hotspots de biodiversidade do mundo. A família Bromeliaceae apresenta esta região como um dos seus principais centros de diversificação e possui um elevado número de espécies endêmicas. Pitcairnia flammea (Bromeliaceae) é uma espécie endêmica da Floresta Atlântica, localizada ao longo de um gradiente altitudinal, e apresenta grandes variações morfológicas e baixo fluxo gênico entre populações, sendo um bom modelo para estudos de diversificação e adaptação local de populações. Neste estudo, pretendemos analisar possíveis efeitos da variação altitudinal na diferenciação fenotípica e adaptação local de populações de P. flammea, correlacionando-os com a história geológica e climática da região. Assim, este projeto tem como objetivos: 1) avaliar caracteres funcionais morfológicos e ecofisiológicos nas populações de diferentes cotas altitudinais afim de verificar adaptações às condições locais de variação de temperatura; e 2) caracterizar populações de diferentes cotas altitudinais quanto à termotolerância a baixas e altas temperaturas. Os pontos estudados neste trabalho poderão elucidar questões acerca da evolução e diversificação destas plantas em um gradiente altitudinal de montanhas da Floresta Atlântica. Tais informações são fundamentais para a compreensão dos processos que geraram a diversidade de espécies nesta região, além de fornecer subsídios para o manejo e conservação desta e de outras espécies deste bioma, e auxiliar em previsões acerca de como espécies restritas a estes ambientes podem responder às mudanças climáticas projetadas para o futuro. | |
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