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Caracterização funcional de variantes no gene APOB em portadores de Hipercolesterolemia Familial

Processo: 21/02585-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica
Pesquisador responsável:Mario Hiroyuki Hirata
Beneficiário:Vanessa Barbosa Malaquias
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/12899-6 - Caracterização genômica, epigenômica e farmacogenômica de portadores de hipercolesterolemia familial na população brasileira, AP.TEM
Assunto(s):Biologia molecular   Apolipoproteínas B   Hiperlipoproteinemia tipo II   Lipoproteínas LDL   Fluorescência   Células Hep G2   Células endoteliais da veia umbilical humana   Técnicas in vitro   Simulação por computador

Resumo

A Hipercolesterolemia Familial (HF) é uma doença hereditária autossômica dominante que predispõe precocemente a Aterosclerose e ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares dentre elas, Síndrome Coronariana Aguda e Acidente Vascular Encefálico. Caracterizada laboratorialmente pela elevação do colesterol da lipoproteína de baixa densidade (LDL-c e 190 mg/dL) e do colesterol total (CT e 310 mg/dL) e por manifestações clínicas como xantomas tendíneo, xantelasmas e arco córneo. O diagnóstico molecular da HF é definido principalmente às variantes nos genes LDLR, APOB e PCSK9. As novas tecnologias de sequenciamento têm ajudado a identificar um elevado numero de novas variantes relacionadas à HF, no entanto, os mecanismos pelos quais essas variações interferem no metabolismo do colesterol não são bem definidos. O objetivo deste estudo é avaliar in silico e in vitro variantes no gene da APOB identificados por ultrassequenciamento exômico em portadores de Hipercolesterolemia Familial. A atividade biológica será avaliada utilizando perfil de captação de LDL isoladas e marcadas com fluorescência, de pacientes portadores das variantes com potencial patogenicidade, por analises in silico e em modelos in vitro de células HepG2 e HUVEC. Espera-se que o estudo contribua com a identificação e validação de variantes que causam Hipercolesterolemia, associando ao fenótipo clínico, e desta forma, contribuindo para elucidar os mecanismos fisiopatológicos da Hipercolesterolemia e a identificação previa do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. (AU)

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