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Desenvolvimento de processo in vivo e não invasivo para a quantificação de ácido hialurônico na pele humana

Processo: 21/02667-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de outubro de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica
Pesquisador responsável:Lázaro Pinto Medeiros Neto
Beneficiário:Lázaro Pinto Medeiros Neto
Empresa:Probes Inovação e Desenvolvimento Tecnológico Ltda. - ME
CNAE: Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Vinculado ao auxílio:20/00928-7 - Desenvolvimento de processo in vivo e não invasivo para a quantificação de ácido hialurônico na pele humana, AP.PIPE
Assunto(s):Espectroscopia óptica   Ácido hialurônico   Pele   Envelhecimento da pele   Espectroscopia Raman   Imuno-histoquímica   In vivo

Resumo

O Ácido Hialurônico (AH) é um biopolímero natural do organismo humano formado pelo ácido glicurônico e N-acetilglicosamina. Na pele, tem como principal característica garantir a elasticidade, firmeza e hidratação, uma vez que atua preenchendo os espaços intracelulares, proporcionando um aspecto jovial. Sua presença está diretamente relacionada ao envelhecimento cutâneo, cuja principal manifestação é o aparecimento das rugas. O monitoramento deste elemento na pele humana in vivo e não invasivo é de grande importância, pois permite um maior conhecimento sobre o processo do envelhecimento cutâneo e permitirá o desenvolvimento de produtos cosméticos mais efetivos. Desta forma, este projeto de pesquisa propõe o desenvolvimento e validação de um novo processo para a avaliação da concentração do ácido hialurônico endógeno na pele humana por meio da técnica Espectroscopia Raman Confocal (ERC) in vivo, associada a técnica de imunohistoquímica (IHC), a qual é o padrão ouro para avaliação da presença do ácido hialurônico na pele humana. As análises serão realizadas na pele in vivo de participantes de estudo em diferentes faixas-etárias pela técnica ERC, de forma a se estabelecer parâmetros de concentração de AH na pele em diferentes idades, bem como a distribuição deste elemento nas diferentes camadas da pele humana. No local analisado por ERC, será realizada uma biópsia com punch para posterior análise pelas técnicas de IHC e coloração de Hematoxilina-Eosina (HE) para a confirmação dos resultados encontrados. A correlação dos dados obtidos pelas duas técnicas (ERC e IHC) será feita por meio da quantidade de AH identificada. Os resultados almejados com este estudo são a aplicação futura da técnica ERC na avaliação do AH de forma in vivo, sem a utilização de outras técnicas que necessitem do procedimento de biópsia para serem realizadas, de técnicas indiretas, ou que demandem muito tempo para serem realizadas. (AU)