| Processo: | 20/11133-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística |
| Pesquisador responsável: | Rafael Dias Minussi |
| Beneficiário: | Marcela Nunes Costa |
| Instituição Sede: | Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Língua portuguesa Português do Brasil Aquisição da linguagem Gramática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aquisição de linguagem | Diminutivos | Morfologia Avaliativa | Morfologia Distribuída | Aquisição de morfologia |
Resumo O presente projeto de mestrado tem como objetivo analisar os formadores de diminutivos -inh e -zinh do Português Brasileiro (PB) sob o ponto de vista da aquisição da linguagem, de forma a observar (i) a ordem de emergência da morfologia avaliativa de diminutivo nos anos iniciais de desenvolvimento linguístico infantil considerando o estudo de caso de Vigário e Garcia (2012), em que -zinh precede a emergência de -inh na fala da criança adquirindo o Português Europeu (PE), além da ordem de produção de prefixos do PB descrita em Assine e Bassani (2020; ASSINE, 2020; BASSANI e ASSINE, 2020), segundo a qual formas não composicionais e menos complexas precedem a produção de formas composicionais e mais complexas; (ii) partindo dessa análise, consideramos a proposta de Costa e Minussi (2019) de que -inh é um traço de diminutivo e de que -zinh participa de um processo de composição, e por isso há diferenças quanto à composicionalidade das formações, sendo -inh menos composicional e -zinh mais composicional, e observando os dados de aquisição, buscamos verificar a hipótese de independência desses formadores; (iii) propomos uma descrição das classes de palavras que podem formar diminutivos e da semântica das formações. É proposta a seleção de dados em pelo menos dois corpora, o do Centro de Documentação Cultural Alexandre Eulalio (CEDAE - UNICAMP) e o do Centro de Estudos sobre Aquisição e Aprendizagem da Linguagem (CEAAL - PUCRS). A estrutura de formação de palavras será observada com base nos pressupostos teóricos da Teoria Gerativa (CHOMSKY , 1986), segundo o modelo da Morfologia Distribuída (HALLE e MARANTZ, 1993) e em trabalhos como os de Arad (2003), Marantz (2007), Bachrach e Wagner (2007) e Armelin (2015). (AU) | |
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