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Quando quem ajuda já experimentou o sofrimento: a adesão aos valores morais em membros de um sistema de apoio entre iguais que já foram vitimizados

Processo: 20/16345-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Tópicos Específicos de Educação
Pesquisador responsável:Luciene Regina Paulino Tognetta
Beneficiário:Vitória Hellen Holanda Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Desenvolvimento moral   Bullying   Ensino fundamental   Estudantes   Inquéritos e questionários

Resumo

Pesquisas têm mostrado que uma das formas mais eficazes para a superação do bullying é a implementação de Programas em que os próprios pares sejam formados para prestar ajuda aos envolvidos no problema. No Brasil, a experiência com a implantação de Equipes de Ajuda - um tipo de Sistema de Apoio entre Iguais - tem sido estudada e já apresentado resultados promissores. Chama a atenção o fato de que entre os próprios alunos de Equipes de ajuda há aqueles que já foram vítimas, autores e espectadores de bullying. A literatura mundial tem explicado as características de vítimas de bullying como aquelas que, ainda que tenham maior dificuldade para compreender e manifestar seus próprios estados de ânimo, são propensas a melhor acolher aqueles que sofrem. Diante desses dados, pergunta-se: haverá diferenças quanto ao modo de adesão a valores morais entre alunos de Equipes de Ajuda que se autoperceberam como vítimas, autores e espectadores de bullying? Para responder a esse problema, os objetivos dessa presente investigação são: constatar como os alunos de Equipes de ajuda se autopercebem no envolvimento em situações de bullying; verificar se os alunos das Equipes de Ajuda, que foram vítimas de bullying aderem aos valores morais do respeito, da justiça e da solidariedade e analisar se há diferenças no modo de adesão desses mesmos valores entre os alunos das Equipes de Ajuda que foram vítimas de bullying e dos que não foram. A presente pesquisa é de caráter descritivo e exploratório. Os participantes desta investigação são 131 alunos membros de Equipes de Ajuda extraídos de uma amostra de 2.513 adolescentes de Ensino Fundamental II, de escolas públicas e particulares do Estado de São Paulo. O instrumento utilizado consiste em um questionário contendo histórias-dilemas em que estão em jogo os valores citados.

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