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Influência da laminina e seus peptídeos bioativos na proliferação e invasividade das células trofoblásticas de camundongos

Processo: 20/15961-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Embriologia
Pesquisador responsável:Estela Maris Andrade Forell Bevilacqua
Beneficiário:Larissa Bornia Ghilardi
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Implantação do embrião   Movimento celular   Matriz extracelular   Troca materno-fetal   Peptídeos bioativos   Laminina   Imuno-histoquímica   Western blotting

Resumo

Durante o desenvolvimento, o comportamento celular é influenciado por vários fatores. Dentre eles, a matriz extracelular (MEC), uma complexa rede de moléculas, fornece suporte estrutural e também funciona como ligantes para a comunicação entre células em determinados tecidos. A interação MEC-célula também depende de receptores na superfície celular como por exemplo as integrinas, capazes de desencadear eventos intracelulares associados a cascatas de transdução de sinal para promover a diferenciação, proliferação, morte e migração celular. Durante a implantação do embrião, as células trofoblásticas que o revestem, interagem com vários componentes da MEC uterina para alojar o blastocisto adequadamente neste tecido. Um dos componentes da MEC uterina presente durante esse processo é a laminina, identificada como importante indutor da proliferação e migração celular por meio da ativação da via MAPK (proteínas quinases ativadas por mitógenos, originalmente chamadas ERK: quinases reguladas por sinal extracelular). No entanto, se essa sinalização pode ocorrer nas células trofoblásticas, ainda não foi elucidado. Nesse contexto, nossa hipótese de estudo é que a interação entre a laminina endometrial e integrinas na superfície das células trofoblásticas ativam a via MAPK-ERK associada aos processos de proliferação e invasão celular nessas células. Investigaremos essa possibilidade por meio de análises imuno-histoquímicas, ensaios de Western blotting e inibidores farmacológicos específicos da via MAPK-ERK, usando cones ectoplacentários isolados de blastocistos de camundongo (7,5 dias de gestação) embebidos em um sistema 3D de matriz suporte contendo laminina.