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Análise das evidências cognitivas, comportamentais e de neuroimagem para a teoria do cérebro masculino extremo no autismo

Processo: 20/13595-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de outubro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica
Pesquisador responsável:Claudinei Eduardo Biazoli Junior
Beneficiário:Gisele Beltramini Ruiz
Instituição Sede: Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/21934-5 - Estatística de redes: teoria, métodos e aplicações, AP.TEM
Assunto(s):Transtorno autístico   Transtorno do espectro autista   Neuroimagem   Cérebro   Ressonância magnética   Revisão
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:autismo | Cérebro Masculino Extremo | diferenças de gênero | Ressonância Magnética | Revisão | Neuroimagem

Resumo

Os Transtornos do Espectro Autista (TEA) apresentam maior prevalência em homens que em mulheres ao redor do mundo, em uma taxa aproximada de 4:1. Algumas teorias se propõem a explicar essa diferença na prevalência, sendo a principal delas a Teoria do Cérebro Masculino Extremo. No entanto, evidências recentes apontam que aspectos da doença vêm sendo negligenciados em mulheres, sugerindo que muitas portadoras não são diagnosticadas. Além disso, evidências relativas à existência de diferenças de gênero no sintomas de TEA emergiram nos últimos anos. Dada essa controversa na literatura e o crescente uso de evidências de neuroimagem para testar hipóteses relativas a etiologia dos transtornos mentais, propomos neste projeto: (1) uma análise conceitual crítica dos pressupostos da Teoria do Cérebro Masculino Extremo (2) a realização de uma revisão sistemática das evidências cognitivas, comportamentais e de neuroimagem que sustentam ou desafiam essa teoria e (3) análises de bases de dados abertas de de neuroimagem estrutural, incluindo ferramentas de teoria dos grafos, adequadas para testar as hipóteses da influência de diferenças sexuais na morfologia e arquitetura de redes neurais nas manifestações de TEA. (AU)

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