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Determinação de 6-tioguanina no DNA de células epiteliais

Processo: 21/01644-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Pesquisador responsável:Paolo Di Mascio
Beneficiário:André Luiz Lopes
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07937-8 - Redoxoma, AP.CEPID
Assunto(s):Bioquímica   Fármacos fotossensibilizantes   Células epiteliais   Tioguanina   Imunossupressores   Analisador de DNA   Oxigênio singleto   Raios ultravioleta   Fluorescência   Cromatografia líquida de alta pressão

Resumo

As tiopurinas azatioprina, 6-tioguanina (6-TG) e 6-mercaptopurina (6-MP) são utilizadas como imunossupressores em pacientes que foram submetidos a transplantes e para o tratamento de doenças inflamatórias como artrite reumatóide e lúpus sistêmico. Esses fármacos são metabolizados pela via de resgate de purinas, convertidos em nucleotídeos de tioguanina e então incorporados ao DNA como 6-TG. Estudos recentes relacionam o tratamento com tiopurinas ao surgimento de câncer de pele (carcinoma de células escamosas) nesses pacientes. O efeito adverso deriva da fotossensibilização desses fármacos pela radiação UVA, tendo como produto o oxigênio singlete, que provoca o dano oxidativo ao DNA. Dessa forma, o desenvolvimento de câncer de pele nos pacientes ocorre pela exposição à luz solar a longo prazo. Para que os efeitos da fotossensibilização de 6-TG e do consequente estresse oxidativo nas células sejam analisados, é necessária a padronização dos métodos de quantificação de 6-TG no DNA. Para isso, serão utilizadas diferentes linhagens de células epiteliais, que serão tratadas com 6-TG, terão o DNA extraído e submetido a análise por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) acoplada a detectores de absorbância e fluorescência.