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Estudo sobre a compatibilidade química de desemulsificantes comerciais com fluidos de produção

Processo: 21/02418-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Convênio/Acordo: Equinor (antiga Statoil)
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Bannwart
Beneficiário:Bruno Cesar Ferreira
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/15736-3 - Centro de Pesquisa em Engenharia em Reservatórios e Gerenciamento de Produção de Petróleo, AP.PCPE
Assunto(s):Engenharia química   Desemulsificantes   Precipitação química

Resumo

Para mitigar problemas de garantia de escoamento da produção, como formação de hidratos, deposição de parafinas, emulsões, são injetados alguns químicos no sistema de produção. Esses químicos podem apresentar alguma incompatibilide química com os fluidos de produção, ocasionando problemas de precipitação e bloqueio nas linhas de injeção de produtos. Os trabalhos disponíveis na literatura sobre a precipitação e bloqueio de químicos nas linhas de injeção estão concentrados nos químicos inibidores de incrustação, onde encontra-se relatos sobre o bloqueio das linhas, das válvulas e corrosão acelerada dos sistemas de injeção, entretanto, os estudos que relatam tais problemas com uso de desemulsificantes são escassos. Há algumas hipóteses apresentadas para o caso de inibidores de incrustração, que podem ser verificadas se ocorrerá para desemulsificantes, tais como: alteração no equilíbrio de fases do desemulsificante, devido a variações de gradientes de pressão e temperatura ao longo do umbilical de injeção; incompatibilidade química com outro químico adicionado; incompatibilidade química com algum material de vedação da válvula; próprio mecanismo de abertura da válvula, que funciona por diferencial de pressão entre o poço e o sistema de injeção; uso de filtros inadequados nas linhas de injeção; e até mesmo a formação de particulados no químico durante o seu armazenamento (efeito de aging). O aluno de iniciação científica irá fazer uma extensa revisão da literatura sobre a constituição química dos fluidos de produção e de desemulsificantes, assim como planejar e realizar testes para identificar um desemulsificante que não ocorra mudança física e portanto, apresente incompatibilidade durante a injeção em campo, e que ao final possa contribuir para o entendimento do fenômeno que ocorre em campo. (AU)