Busca avançada
Ano de início
Entree

Análise da expressão de Beclin-1 em mastocitomas cutâneos caninos

Processo: 21/02772-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Ricardo de Francisco Strefezzi
Beneficiário:Giovanna Pedroso Vicente
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia veterinária   Neoplasias   Mastocitoma cutâneo   Autofagia   Biomarcadores   Prognóstico   Imuno-histoquímica

Resumo

O mastocitoma cutâneo (MCT) é a segunda mais frequente neoplasia maligna em cães. É um tumor de caráter heterogêneo e comportamento biológico muito variável. Apesar de possuir marcadores prognósticos úteis, como o grau histopatológico e marcadores de proliferação, a pesquisa por indicadores mais específicos e precisos é necessária. As alterações sucessivas promovidas pela autofagia podem contribuir diretamente para a adaptação, desenvolvimento e crescimento tumorais, modulando o microambiente intratumoral e possibilitando a progressão da doença neoplásica. A Beclin-1 atua como importante indutor da autofagia e foi apontada como possível supressor do crescimento tumoral. Porém, em alguns casos, a autofagia se torna uma vantagem para a célula neoplásica, que consegue ativar o processo de dormência. Estudos sobre autofagia e o papel desta proteína em oncologia veterinária são escassos. O objetivo do presente projeto é caracterizar a expressão de Beclin-1 em MCTs caninos e comparar seus padrões de expressão com a graduação histopatológica, índice mitótico, mortalidade em função da neoplasia e tempo de sobrevida pós-cirúrgica. Para tanto, amostras histológicas de MCTs caninos serão submetidas a análise imuno-histoquímica para detecção de Beclin-1. As porcentagens de células positivas em cada caso serão comparadas com os graus histopatológicos, sobrevida e índice mitótico para determinar o potencial desta proteína como marcador prognóstico para MCTs.