| Processo: | 21/04213-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Larissa Pires de Andrade |
| Beneficiário: | Renata Carolina Gerassi |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/08779-0 - Telerreabilitação como alternativa à pandemia COVID-19 e seus efeitos na capacidade funcional, saúde mental e qualidade de vida de idosos com doença de Alzheimer: um ensaio clinico randomizado e controlado, AP.R |
| Assunto(s): | Telerreabilitação Distanciamento social Pandemias COVID-19 Saúde mental Doença de Alzheimer Idosos Cuidadores de idosos Qualidade de vida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Covid-19 | Doença de Alzheimer | Saúde Mental | telerreabilitação | gerontologia |
Resumo O aparecimento e a crescente incidência da síndrome respiratória aguda grave - coronavírus 2019 (COVID-19), apresenta novos desafios sem precedentes às pesquisas mundiais. O distanciamento social tem sido uma medida efetiva para controle do ritmo da transmissão viral e estudos prevêem que ele possa ser prolongado ou intermitente até 2022. O segmento populacional com maior mortalidade pela COVID-19 são idosos e pessoas com doenças associadas. Idosos com comorbidades por distúrbios neurodegenerativos primários, como a doença de Alzheimer (DA) e seus cuidadores, merecem atenção diferenciada diante desse cenário. A telerreabilitação pode ser uma alternativa de intervenção profissional para esses idosos. Objetivo: Analisar os efeitos de um programa de telerreabilitação na saúde mental, capacidade funcional e qualidade de vida de idosos com DA diante o distanciamento social frente à COVID-19. Métodos: 48 cuidadores e idosos com DA (estágio leve e moderado) serão convidados a responderem um questionário estruturado sobre distanciamento social e avaliados quanto a saúde mental, capacidade funcional e de qualidade de vida. Os voluntários serão randomizados e alocados em dois grupos, Telerreabilitação e Controle, e acompanhados por 12 semanas. Os participantes serão avaliados pré, imediatamente após a intervenção e com um follow-up de três meses. Resultados esperados: Espera-se que idosos com DA apresentem alta aderência ao programa de telerreabilitação e que o mesmo seja efetivo para melhorar a capacidade funcional, saúde mental e qualidade de vida de cuidadores e idosos com DA. (AU) | |
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