Busca avançada
Ano de início
Entree

Decodificando o impacto do microambiente e das vias de sinalização na glândula suprarrenal normal e tumoral

Processo: 21/04770-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 31 de maio de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Claudimara Ferini Pacicco Lotfi
Beneficiário:Jean Lucas Kremer
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/02988-7 - Decodificando o impacto do microambiente e das vias de sinalização na saúde e na doença no cérebro, glândula adrenal e rim, AP.TEM
Assunto(s):Matriz extracelular   Proteômica

Resumo

A matriz extracelular (MEC), definida como todo componente não celular do tecido, é responsável pela integridade estrutural, comunicação celular, transporte de moléculas e difere bioquimicamente, de acordo com o microambiente tecidual. Alterações bioquímicas nessa composição promovem diferentes sinalizações celulares em tecidos normais e nas condições patológicas, como no tumor, com impactos na progressão tumoral. A glândula suprarrenal é constituída por um córtex, com três zonas, glomerulosa, fasciculada e reticulada, e a medula, envoltos por uma cápsula fibrosa. A modulação da MEC nesses diferentes microambientes, pode contribuir para desenvolvimento e manutenção fisiológica desses tecidos. Desvendar a composição da MEC na glândula suprarrenal pode ajudar a compreender melhor os processos neoplásicos. Portanto, temos como proposta decodificar a composição da MEC, suas interações com diferentes componentes celulares e as vias de sinalização, em condições normais e neoplásicas da glândula adrenal. Nossos objetivos gerais incluem: 1) Decodificar a composição da MEC em adrenais normais, hiperplásicas e tumorais; 2) analisar o crosstalk entre a MEC e os componentes celulares, através da investigação das vias de sinalização relacionadas com as condições normais e tumorais; 3) investigar o impacto nas mudanças da MEC em modelos experimentais in vivo. Esses objetivos abrem perspectivas para novas estratégias terapêuticas tendo como alvo a MEC e alteração das vias de sinalização celular promovidas pelos tumores adrenocorticais. Esperamos identificar as semelhanças e diferenças entre a composição da MEC de humanos e animais experimentais, determinar os principais componentes do MEC que impactam no fenótipo e nas vias de sinalização celular da glândula normal e neoplásica, e que o modelo experimental organotípico obtido direcione novas estratégias terapêuticas. (AU)