| Processo: | 21/04770-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Claudimara Ferini Pacicco Lotfi |
| Beneficiário: | Jean Lucas Kremer |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/02988-7 - Decodificando o impacto do microambiente e das vias de sinalização na saúde e na doença no cérebro, glândula adrenal e rim, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/14165-6 - Modelando o microambiente adrenal em culturas 3d: efeitos da via wnt na composição e função da matriz extracelular, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Biologia celular Biologia molecular Matriz extracelular Proteômica Glândulas suprarrenais Receptor cross-talk Transdução de sinais Neoplasias do córtex suprarrenal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | glândula suprarrenal | matriz extracelular | Organoide | proteômica | single cell RNAseq | Biologia Celular e Molecular |
Resumo A Matriz Extracelular (MEC), definida como todo componente não celular do tecido, é responsável pela integridade estrutural, comunicação celular, transporte de moléculas e difere bioquimicamente, de acordo com o microambiente tecidual. Alterações bioquímicas nessa composição promovem diferentes sinalizações celulares em tecidos normais e nas condições patológicas, como no tumor, com impactos na progressão tumoral. A glândula suprarrenal é constituída por um córtex, com três zonas, glomerulosa, fasciculada e reticulada, e a medula, envoltos por uma cápsula fibrosa. A modulação da MEC nesses diferentes microambientes, pode contribuir para desenvolvimento e manutenção fisiológica desses tecidos. Desvendar a composição da MEC na glândula suprarrenal pode ajudar a compreender melhor os processos neoplásicos. Portanto, temos como proposta decodificar a composição da MEC, suas interações com diferentes componentes celulares e as vias de sinalização, em condições normais e neoplásicas da glândula adrenal. Nossos objetivos gerais incluem: 1) decodificar a composição da MEC em adrenais normais, hiperplásicas e tumorais; 2) analisar o crosstalk entre a MEC e os componentes celulares, através da investigação das vias de sinalização relacionadas com as condições normais e tumorais; 3) investigar o impacto nas mudanças da MEC em modelos experimentais in vivo. Esses objetivos abrem perspectivas para novas estratégias terapêuticas tendo como alvo a MEC e alteração das vias de sinalização celular promovidas pelos tumores adrenocorticais. Esperamos identificar as semelhanças e diferenças entre a composição da MEC de humanos e animais experimentais, determinar os principais componentes do MEC que impactam no fenótipo e nas vias de sinalização celular da glândula normal e neoplásica, e que o modelo experimental organotípico obtido direcione novas estratégias terapêuticas. (AU) | |
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