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Avaliação das alterações na resposta imune/inflamatória da mucosa nasofaríngea em pacientes idosos co-infectados pelo SARS-COV-2 e Citomegalovírus

Processo: 21/01960-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:André Luis Lacerda Bachi
Beneficiário:Camila Tussato Soares Camargo
Instituição-sede: Universidade de Santo Amaro (UNISA). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Imunologia   Imunossenescência   Imunidade nas mucosas   Nasofaringe   Anticorpos   Infecções por Citomegalovirus   Infecções por Coronavirus   SARS-CoV-2   COVID-19   Inflammaging   Citocinas   Imunoglobulinas

Resumo

Atualmente o mundo está diante de uma pandemia originada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da doença denominada como "doença de coronavírus-2019" ou COVID-19. Tem sido documentado que a população idosa se apresenta não apenas como a população mais afetada, mas também que esta contabiliza o maior número de mortes na COVID-19. Estudos sugerem que o aumento da taxa de infecção, gravidade e letalidade por SARS-CoV-2 em idosos está associado tanto à ocorrência da imunossenescência, um fenômeno que se caracteriza por um declínio acentuado das respostas imunes, como pelo "inflammaging", um quadro de inflamação crônica associada ao envelhecimento. Segundo a literatura, a infecção pelo citomegalovírus (CMV), um herpes vírus, pode ser um importante fator desencadeante de inflammaging. Diante dessas informações, este estudo objetiva investigar o impacto da infecção pelo SARS-CoV-2 sobre as respostas imunes/inflamatórias na mucosa nasofaríngea em idosos com COVID-19 e infectados com CMV. Para isso serão coletadas amostras de "swab" nasofaríngea de 120 idosos de ambos os sexos, com idade entre 60 a 85 anos, em diferentes fases da doença (fase aguda e de cura). Os voluntários serão agrupados de acordo com a sintomatologia em: grupo COVID-19 leve (n=30); grupo COVID-19 moderado (n=30); grupo COVID-19 grave (n=30) e grupo não COVID-19 e CMV (n=30). As amostras serão utilizadas para confirmação da presença da infecção por SARS-CoV-2, além da avaliação das concentrações de imunoglobulinas A secretora, M e G especificas para o SARS-CoV-2, dos peptídeos antimicrobianos e citocinas.

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