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Possível participação dos receptores A2 da adenosina na modulação da transmissão glutamatérgica no NTS de camundongos submetidos à hipóxia mantida

Processo: 21/01767-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Benedito Honorio Machado
Beneficiário:Juliana Reis Souza
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15957-2 - Modulação astrocítica dos neurônios bulbares envolvidos com a geração e controle das atividades simpática e respiratória de roedores submetidos à hipóxia, AP.TEM
Assunto(s):Adenosina   Camundongos   Hipóxia   Transmissão sináptica   Núcleo solitário

Resumo

A hipóxia é caracterizada pela redução da pressão parcial de oxigênio no sangue arterial (PaO2). Sob essa condição os quimiorreceptores periféricos localizados principalmente no corpúsculo carotídeo são estimulados e desencadeiam respostas autonômicas, respiratórias e comportamentais com o objetivo de restaurar os níveis de oxigênio no sangue arterial. Localizado na superfície dorsal do tronco encefálico, o núcleo do trato solitário (NTS) é um centro integrador de diversos sistemas sensoriais, incluindo o processamento sináptico das aferências do quimiorreflexo. O NTS apresenta elevada densidade de sinapses tripartites e estudos recentes sugerem que os astrócitos apresentam uma importante função na redução da atividade excitatória do glutamato, especialmente quando esse neurotransmissor é liberado em excesso em situações de hipóxia e isquemia. Neste contexto, o aumento da liberação de adenosina pelos astrócitos e/ou neurônios durante episódios agudos de hipóxia ou isquemia parece contribuir para a redução da liberação de glutamato. No entanto, há evidências de que episódios prévios de hipóxia (pré-condicionamento hipóxico) podem alterar os efeitos de novas situações de hipóxia tecidual no NTS, com destaque para a diminuição da ativação de canais de potássio sensíveis ao ATP na membrana de neurônios, o que pode resultar num aumento da excitabilidade celular. Estudos anteriores do nosso laboratório mostraram que a exposição prévia à hipóxia mantida (HM - FiO2 0,1) por 24h promove um aumento na transmissão glutamatérgica nos neurônios do NTS, sugerindo uma redução na modulação astrocítica inibitória sobre as correntes glutamatérgicas. O presente projeto tem como seu objetivo principal avaliar o papel da adenosina liberada pelos astrócitos e/ou neurônios e dos seus receptores do sub-tipo A2 sobre a transmissão glutamatérgica nos neurônios do NTS de camundongos submetidos à HM por 24h. Para isso serão utilizados camundongos Wild-type C57BL/6 e knockout para os receptores do sub-tipo A2 da adenosina (KO/A2). (AU)

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