| Processo: | 21/02881-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Renato Arruda Mortara |
| Beneficiário: | Nathália Giulia Rizzo |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/15000-4 - Trypanosoma cruzi: variabilidade genômica intra- e interespecífica e mecanismos de invasão/evasão celular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Protozoologia Doença de Chagas Proteína 9 associada à CRISPR Vesículas extracelulares Invasão celular Matriz extracelular CRISPR-Cas9 Repetições palindrômicas curtas agrupadas e regularmente espaçadas Trypanosoma cruzi |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amastigotas extracelulares | Cas9 | Crispr | vesículas extracelulares | Biologia molecular e celular de Trypanosoma cruzi |
Resumo A doença de Chagas é uma infecção causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi, transmitida principalmente por insetos vetores triatomíneos, conhecidos popularmente por barbeiros. A doença representa, ainda hoje, um grave problema de saúde pública, com mais de seis milhões de pessoas infectadas em todo o mundo. O seu agente etiológico possui um ciclo de vida complexo, com diferentes formas infectivas e de invasão em hospedeiros distintos. Dentre essas formas infectivas, as amastigotas extracelulares (AEs), presente nos hospedeiros mamíferos, se mostram capazes de invadir células sem a necessidade de diferenciação em tripomastigotas, novamente. Foi observado em estudos anteriores que essas mesmas formas celulares secretam vesículas e outros compostos, na presença da célula hospedeira, que podem estar associados ao processo de invasão e modulação da infectividade. Portanto, este estudo tem como objetivo avaliar a importância de proteínas liberadas por vesículas extracelulares para a invasão de diferentes linhagens de T. cruzi com diferentes níveis de infectividade em células hospedeiras. Para isto, primeiramente, serão selecionadas as proteínas mais ativadas no secretoma das cepas G (muito infectiva) e Y (pouco infectiva) da fase AE de T. cruzi. Os alvos proteicos escolhido serão deletados das respectivas cepas do parasita, através do método CRISPR/CAS9, que em seguida serão avaliadas quanto a sua capacidade de invasão na célula HeLa na modulação da invasão de outras linhagens, através de ensaios de transwell. Os resultados provenientes dessas análises irão contribuir na identificação dos principais componentes liberados pelo parasita no processo de invasão e levarão a um maior entendimento do mecanismo de ação de invasão das amastigotas extracelulares. | |
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