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A microglia do locus coeruleus está envolvida na resposta respiratória à hipercapnia e em ataques de pânico induzidos por CO2?

Processo: 21/04143-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Luciane Helena Gargaglioni Batalhão
Beneficiário:Beatriz Felix Gonçalves de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiopatologia   Transtorno de pânico   Locus cerúleo   Microglia   Noradrenalina   Ventilação   Fenômenos fisiológicos respiratórios

Resumo

O ataque de pânico é uma condição marcada por intensa angústia e ansiedade, na qual o paciente desenvolve rapidamente sintomas respiratórios como falta de ar, hiperventilação e sensação de sufocamento. Apesar dos mecanismos dessa patologia permanecerem desconhecidos, estudos recentes sugerem provável conexão entre desafios respiratórios e transtornos de pânico, uma vez que episódios de hipóxia ou hipercapnia podem desencadear patologias relacionadas à ansiedade. O locus coeruleus (LC) é uma região quimiossensível capaz de gerar respostas emocionais e físicas durante episódios de estresse. Além disso, o LC possui neurônios noradrenérgicos que tem uma importante participação na resposta ventilatória ao CO2, e a inalação de ar enriquecido com CO2 pode desencadear ataques de pânico. Estudos recentes também sugerem uma possível conexão entre as células da micróglia e ataques de pânico, uma vez que as respostas pró-inflamatórias da micróglia contribuem para a detecção de um desequilíbrio homeostático, como a inalação de CO2. Apesar disso, ainda não se conhece totalmente o envolvimento da micróglia do LC na resposta ventilatória e às alterações comportamentais induzidas por concentrações elevadas de CO2, que é um modelo utilizado para indução de ataques de pânico. Dessa forma, o presente trabalho propõe investigar se a micróglia do LC de camundongos é ativada em resposta à hipercapnia em modelo de ataque de pânico (exposição à 20% CO2), buscando fornecer informações mais específicas sobre a fisiopatologia do transtorno de pânico e um possível auxílio no desenvolvimento de futuros tratamentos. (AU)

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