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Avaliação da via dos inflamassomas NLRP1 e NLRP3 na Doença de Alzheimer: um estudo clínicopatológico

Processo: 20/14350-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Claudia Kimie Suemoto
Beneficiário:Eliana Cristina de Brito Toscano
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neuropatologia   Hipocampo   Piroptose   Neuroinflamação   Doença de Alzheimer   Inflamassomos   Proteínas NLR   Proteína 3 que contém domínio de pirina da família NLR   Astrócitos   Microglia   Imunofluorescência
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doença de Alzheimer | Neuroinflamação | Neuropatologia | Nlrp1 | Nlrp3 | Neuropatologia

Resumo

A Doença de Alzheimer (DA) é a principal causa de demência no mundo. O diagnóstico definitivo da DA é clínicopatológico e a presença de placas ²-amiloide (A²) e emaranhados neurofibrilares são achados determinantes. Entretanto, ainda não se conhece os mecanismos que interligam a cascata amiloide e os agregados de tau fosforilada (p-tau). Nesse contexto, a neuroinflamação parece ter importante papel. Modelos experimentais sugerem que aglomerados A² induzem, através da micróglia, a ativação do inflamassoma NLRP3, que contribui para a disseminação de A² e p-tau. Ainda em modelo experimental, mostrou-se que o NLRP1 promove piroptose neuronal. Na DA, não há estudos neuropatológicos em cérebros humanos caracterizando a via dos inflamassomas NLRP1 e NLRP3, nem a participação da glia nesse processo. Nosso objetivo é caracterizar e quantificar a expressão de proteínas das vias supracitadas em hipocampos de pacientes com DA em relação a hipocampos de indivíduos sem DA. Além disso, investigaremos a relação da neuroinflamação e piroptose neuronal com a gravidade de demência do paciente. Utilizaremos amostras de hipocampos provenientes do Biobanco para Estudos no Envelhecimento da Universidade de São Paulo. As amostras hipocampais serão submetidas à imuno-histoquímica para identificação das proteínas NLRP3, NLRP1, ASC, caspase-1, IL-1², IL-18 e gasdermina D clivada. As lâminas serão digitalizadas e a porcentagem de células marcadas, quantificadas em sub-regiões do hipocampo. Por imunofluorescência, será avaliada a expressão de NLRP1 e NLRP3 por astrócitos e micróglia, bem como a colocalização de NLRP1 e NLRP3 com caspase-1. Finalmente, no grupo DA, investigaremos a relação entre a neuroinflamação e a gravidade da demência, controlando pela quantificação de placas A² e emaranhados neurofibrilares. (AU)

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