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Aplicação de eletrodos de difusão gasosa suportado em tecido de carbono para tratamento de efluente contaminado com antibiótico

Processo: 21/06129-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias
Pesquisador responsável:Marcos Roberto de Vasconcelos Lanza
Beneficiário:Beatriz Tavoloni Marin
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/10118-0 - Estudo e aplicação da tecnologia eletroquímica para a análise e a degradação de interferentes endócrinos: materiais, sensores, processos e divulgação científica, AP.TEM
Assunto(s):Tratamento de águas residuárias   Tecnologias eletroquímicas   Resistência microbiana a medicamentos   Antibióticos   Peróxido de hidrogênio   Aço inoxidável   Cromatografia por troca iônica   Cromatografia líquida de alta eficiência

Resumo

A contaminação de águas e esgotos por antibióticos pode acarretar em diversos problemas aos seres humanos e à biota animal, visto que, devido à sua ação como interferente endócrino, eles podem provocar o aumento da resistência microbiana em ambientes aquáticos, bem como a menor eficiência de tratamentos de efluentes convencionais. Para resolver isto, a tecnologia eletroquímica é uma alternativa eficiente, já que ela apresenta uma alta eficiência elevada para a remoção de compostos recalcinantes, como os antibióticos, através da utilização de um radical de hidroxila livre (*OH), que é gerado a partir do peróxido de hidrogênio (H2O2) em um eletrodo de difusão gasosa (EDG). Estes eletrodos normalmente são sintetizados entre duas telas metálicas de aço inox com uma grande quantidade de massa catalítica em altas pressões e temperaturas. Contudo, neste projeto será desenvolvido um EDG suportado em tecido de carbono e tem como objetivo otimizar padrões, tais como a quantidade e a composição da massa catalítica, a pressão e a temperatura. Tudo isso além de impulsionar a eletrogeração de H2O2, em células eletroquímicas, e aumentar a eficiência do tratamento eletroquímico na degradação de antibióticos, como o Sulfametoxazol. Para isso, o monitoramento será avaliado utilizando cromatográfica líquida de alta eficiência (HPLC) com detector UV/Vis, teor de carbono orgânico total (TOC) e cromatografia iônica (IC). (AU)

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