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Metástase do carcinoma espinocelular da pele no receptor de transplante renal: características epidemiológicas, clínicas, histopatológicas e de evolução

Processo: 21/04494-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Jane Tomimori
Beneficiário:Felipe Fedrizzi Custódio Alves
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Dermatologia   Neoplasias   Carcinoma de células escamosas   Transplante de rim   Metástase   Pele
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:câncer | Metástase | pele | Transplante renal | Dermatologia

Resumo

O carcinoma espinocelular (CEC) de pele é a malignidade cutânea mais comum em receptores de transplante renal (RTR) devido à imunossupressão. Proporcionalmente à população geral, apresentam maiores números de lesões, de recidivas e de metástases, bem como desenvolvem os tumores precoce e gravemente. Justificativa: considerando o aumento dos procedimentos de transplantes renais no Brasil, faz-se necessário a obtenção de dados detalhados tanto das características epidemiológicas quanto das clínicas e histopatológicas dos CECs que evoluem com metástase. Determinar biomarcadores ligados ao pior prognóstico, auxiliariam na escolha da conduta terapêutica. Objetivos: caracterizar os perfis clínico, epidemiológico, histopatológico e evolutivo dos brasileiros receptores de transplante renal com CEC primário da pele que evolui para metástase, atendidos no Ambulatório de Dermatoses dos receptores de transplantes de órgão sólidos do Departamento de Dermatologia da UNIFESP-EPM. Comparar os dados obtidos com pacientes imunocompetentes que apresentaram CEC metastático. Os achados serão comparados aos dados da literatura mundial, com o intuito de estabelecer as semelhanças e as diferenças em relação a outras populações. Material e métodos: trata-se de um coorte retrospectivo transversal complementado com a análise histopatológica para se estabelecer a correlação clínico-patológica dos CECs da pele que evoluíram com metástase, na população de RTRs e de indivíduos imunocompetentes. Da análise dos prontuários, serão coletados dados clínicos, epidemiológicos e evolutivos dos pacientes que apresentaram metástases de CEC primário da pele. Da análise histopatológica, utilizando-se a coloração hematoxilina-eosina, classificar-se-á a neoplasia pelos critérios de Broders e da Organização Mundial da Saúde. Outrossim, outros achados histológicos serão analisados e contabilizados. Forma de análise dos resultados e impactos esperados: análise por meio da correlação entre os dados obtidos e os parâmetros estudados, a fim de determinar o perfil do paciente de risco. Estabelecer padrões que possam servir como biomarcadores de CECs metastáticos e que orientem as terapias preventivas. (AU)

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