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Evolução paleoceanográfica do giro subtropical do Atlântico Sul durante os últimos 800.000 anos com base em uma abordagem multi-proxy

Processo: 21/02877-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2025
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Cristiano Mazur Chiessi
Beneficiário:Marcus Vinicius Lermen Kochhann
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15123-4 - Perspectivas pretéritas sobre limiares críticos do sistema climático: a Floresta Amazônica e a célula de revolvimento meridional do Atlântico (PPTEAM), AP.PFPMCG.JP2
Assunto(s):Atlântico Sul   Elementos-traço   Isótopos estáveis   Quaternário

Resumo

Terminações (i.e., transições de períodos glaciais para interglaciais) e períodos interglaciais são intervalos-chave para o entendimento da dinâmica do sistema climático sob crescentes e elevadas concentrações de CO2, como o clima presente e futuro da Terra. Devido à sua relação intrínseca com a Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico e seu papel proeminente no controle da distribuição de energia e densidade da porção superior da coluna de água, o Giro Subtropical do Atlântico Sul (GSAS) é uma peça fundamental, ainda que pouco conhecida, do sistema climático. Este projeto tem como objetivo reconstituir a evolução paleoceanográfica do GSAS a partir de uma abordagem multi-proxy com alta resolução temporal, produzindo registros micropaleontológicos, de geoquímica inorgânica e isotópicos para os últimos 800 mil anos (ka). Para tal, dois testemunhos sedimentares coletados na porção oeste do Atlântico Sul serão analisados para (i) abundância relativa de Globorotalia truncatulinoides, (ii) razões Mg/Ca e também para (iii) isótopos estáveis de carbono (´13C) e oxigênio (´18O) em testas de foraminíferos planctônicos. Os registros servirão como indicadores para a estratificação da porção superior da coluna de água, temperatura do mar, salinidade do mar e ´13C do carbono inorgânico dissolvido da Água Central do Atlântico Sul. É esperado que, a partir destes registros, seja possível desvendar a evolução do GSAS para os últimos 800 ka, com foco especial nas terminações e picos interglaciais. Uma vez concluído, este projeto fornecerá informações paleoceanográficas chave para o entendimento de limiares críticos do sistema climático, como o que a Terra se aproxima atualmente.

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