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Efeitos da empagliflozina no coração de ratos com insuficiência cardíaca

Processo: 21/04117-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 30 de junho de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Katashi Okoshi
Beneficiário:João Pedro Gallo de Oliveira
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Doenças cardiovasculares   Insuficiência cardíaca   Metabolismo energético   Estresse oxidativo   Estenose da valva aórtica   Coração   Empagliflozina
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Coração | Estresse oxidativo | Insuficiência Cardíaca | Metabolismo energético | Cardiologia

Resumo

As doenças cardiovasculares (DCV), cujas complicações podem ocasionar a insuficiência cardíaca (IC), consistem na principal causa de invalidez e mortalidade atualmente, e são responsáveis por aproximadamente um terço das mortes no mundo. No Brasil, é a principal causa de internação hospitalar em pacientes com mais de 60 anos de idade. O estresse oxidativo, que compõe um dos mecanismos relacionados ao remodelamento cardíaco, está envolvido na ativação de várias vias sinalizadoras, que causam inflamação, fibrose miocárdica, hipertrofia e morte de cardiomiócitos, levando à IC. Além disso, o déficit energético no musculo cardíaco também é considerado um fator em potencial para alterações da função cardíaca no coração remodelado. Recentemente, tem crescido o interesse em novos medicamentos para atenuar o remodelamento cardíaco. Os inibidores da proteína cotransportadora de sódio-glicose tipo 2 (SGLT2), como a empagliflozina, utilizado no tratamento do diabetes mellitus, tem demonstrado efeito cardioprotetor, mas os mecanismos subjacentes ainda não estão claros. O objetivo desse estudo é avaliar a influência da empagliflozina no miocárdio de ratos com insuficiência cardíaca induzida por estenose aórtica. Especificamente, serão avaliados os efeitos do tratamento com empagliflozina (10 mg/kg/dia) por 8 semanas, nas estruturas e funções cardíacas, no estresse oxidativo e metabolismo energético. (AU)

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