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Asma como fator de risco associado a letalidade pela COVID-19

Processo: 21/08437-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Fernando Augusto de Lima Marson
Beneficiário:Felipe Eduardo Valencise
Instituição Sede: Universidade São Francisco (USF). Campus Bragança Paulista. Bragança Paulista , SP, Brasil
Assunto(s):Pneumologia   Infecções por Coronavirus   SARS-CoV-2   COVID-19   Fatores de risco   Asma   Letalidade   Epidemiologia analítica   DATASUS   Dados demográficos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Asma | Covid-19 | Letalidade | Pandemia | Pneumologia

Resumo

A epidemia do novo coronavírus [Coronavirus Disease (COVID)-19)] começou na província de Wuhan, China, em dezembro de 2019, como uma nova forma de pneumonia que cursava com febre seca e fadiga, em adição a eventuais sintomas gastrointestinais. Até julho de 2021, o novo coronavírus (SARS-CoV-2) já foi responsável por mais de 185 milhões de casos e por 4 milhões de mortes pelo mundo, número esse que continua a aumentar diariamente. Concomitantemente, a asma é uma desordem crônica inflamatória das vias aeríferas que afeta milhões de indivíduos no mundo e que é associada com hiper responsividade brônquica, limitação de fluxo de ar reversível e sintomas respiratórios diversos; sendo um fenótipo resultado da interação entre fatores genéticos e fatores ambientais decorrentes de exposição à alérgenos e irritantes; cuja somatória levam ao desenvolvimento e à manutenção dos sintomas. Atualmente, poucos estudos foram realizados associando a asma com a COVID-19. Para tanto, fomenta-se a possiblidade de a asma não ser um fator de risco e de mau prognóstico para a COVID-19, uma vez que o aumento de dominância de resposta Th2 é capaz de fazer uma down-regulation na fase tardia de hiper-inflamação, que tipicamente é o marco de infecções virais respiratórias de maior gravidade. Métodos: No presente estudo, será realizada uma análise epidemiológica com o uso de dados demográficos e clínicos do OpenDataSUS, a fim de verificar a gravidade da infecção pela COVID-19 entre pacientes com e sem asma de acordo com a necessidade de hospitalização, de intubação e de unidade de tratamento intensivo (UTI), bem como, o número de óbitos em cada grupo. Adicionalmente, serão comparados entre os grupos, os dados demográficos (sexo, idade, presença de gravidez, local de moradia, nível de instrução, etnia), perfil de sinais e sintomas clínicos (por ex. coriza, fadiga, cansaço, febre e outros) e de comorbidades (cardiopatia, obesidade, hipertensão arterial sistêmica, e outros).Resultados esperados: Espera-se que o estudo demonstre que a asma como fator de proteção para letalidade na COVID-19, bem como para desfecho clínico, gravidade de doença e sintomatologia apresentada pelos pacientes; e não como fator de risco, como pensava-se anteriormente (AU)

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