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Desenvolvimento de membrana polissacarídica contendo extrato da casca de Spondias mombin L. para o tratamento de Úlcera por Pressão

Processo: 20/11333-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia
Pesquisador responsável:Priscila Gava Mazzola
Beneficiário:Érica Mendes dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):21/14698-6 - Design e fabricação de esponjas contendo microesferas de polissacarídeo carregadas com extrato do caroço de Spondias mombin L. para tratamento de úlcera de pressão, BE.EP.DR
Assunto(s):Desenvolvimento de fármacos   Cascas (planta)   Spondias mombin   Extratos vegetais   Silicone   Cicatrização   Lesão por pressão

Resumo

Úlceras por Pressão são lesões na pele ou tecido que ocorrem geralmente em decorrência de outras doenças que levam à perda de mobilidade do paciente, que fica acamado, levando a uma pressão em uma área específica e diminuição da circulação sanguínea. Essas lesões possuem diferentes níveis de profundidade de danos causados na pele, podendo atingir músculos e ossos. Este problema causa sérias dores, prejudicando a qualidade de vida dos pacientes além de aumentar a taxa de mortalidade. Neste contexto, é essencial que sejam desenvolvidas novas formulações de uso tópico para a prevenção e tratamento de Úlceras por Pressão, que visem o alívio da dor, prevenção de contaminações microbiológicas, além de uma cicatrização mais eficiente e com baixo custo. Sendo assim, o presente projeto propõe o desenvolvimento de uma membrana para a cicatrização de Úlceras por Pressão, utilizando a carragena e o extrato da casca do Spondias mombin L., matérias primas naturais com grande potencial de cicatrização, porém pouco exploradas até o momento. Somando-se a este fato, será utilizado silicone na formulação que permite que ela fique aderida a pele e não a ferida, o que promove maior alívio ao paciente, além de conter um agente com atividade antimicrobiana, que evitará contaminações microbiológicas. Esta formulação será desenvolvida pensando no alívio da dor e os efeitos funcionais, aumentando o conforto do paciente. A membrana desenvolvida será analisada quanto ao seu aspecto, morfologia, propriedades físico-químicas, microbiológicas, mucoadesividade, citotoxicidade e potencial cicatrizante. (AU)

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