| Processo: | 20/02817-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 05 de janeiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 04 de janeiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Luis Felipe de Toledo Ramos Pereira |
| Beneficiário: | Luisa de Pontes Ribeiro |
| Supervisor: | Gabriela Parra Olea |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), México |
| Vinculado à bolsa: | 18/23622-0 - Implicações do comércio nacional e internacional de Rã-Touro na dispersão e tolerância adquirida ao fungo quitrídio e medidas para conservação de anuros, BP.DR |
| Assunto(s): | Epidemiologia Conservação Produção animal Quitridiomicose Seleção artificial Rã-touro Espécies invasoras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Conservação | Dispersão de patógeno | Produção Animal | Quitridiomicose | Seleção artificial | Epidemiologia e espécies invasoras |
Resumo A biodiversidade global vem sofrendo uma redução preocupante em todos os níveis, e medidas e ações voltadas à conservação das espécies se tornaram essenciais. Os anfíbios representam o grupo de vertebrados mais ameaçado da atualidade, sendo uma das principais ameaças a quitridiomicose, uma doença infecciosa emergente causada pelo fungo Batrachochytrium dendrobatidis (Bd), um patógeno flagelado que é eficiente em sua transmissão, seja pela água ou pelo contato entre indivíduos. O desenvolvimento da doença compromete as funções osmorregulatórias, eletrolíticas e cardíacas, que podem levar à morte. O fungo também pode produzir toxinas que interferem nas respostas imunes do hospedeiro, embora os efeitos fisiológicos ainda sejam pouco estudados. A rã-touro, uma das principais espécies de anfíbios comercializada mundialmente para consumo humano, pode apresentar tolerância à quitridiomicose. Como as rãs-touro de ranários apresentam alta prevalência de Bd e o comércio é global, essa espécie também se tornou um vetor internacional do patógeno. Além disso, é possível que a produção em massa dessa espécie exerça uma pressão artificial que reflita maior tolerância à infecção quando comparados a populações silvestres. Ainda, os ranários com rã-touro tolerantes infectadas podem atuar como superdispersores. A falta de protocolos de biossegurança na infra-estrutura de ranários e na comercialização de rãs-touro tem causado preocupação sobre as espécies nativas. Portanto, é necessário entender o papel dessa espécie e sua produção em massa na disseminação de Bd. Assim, objetivamos testar se as rãs-touro de cativeiro sofreram pressão artificial que resultou em uma tolerância mais alta quando comparadas às populações silvestres e a possível função dos ranários como superdispersor de Bd. (AU) | |
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