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Dinâmica temporal das trocas foliares de um mosaico vegetacional de campo rupestre na Serra do Cipó (Minas Gerais, Brasil).

Processo: 21/06173-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Leonor Patricia Cerdeira Morellato
Beneficiário:Arthur Bruck
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Fenologia   Mudança climática

Resumo

O campo rupestre representa uma das vegetações mais complexas e diversas do Brasil. É formado por um mosaico herbáceo-arbustivo, composto por uma rica diversidade de espécies e alto endemismo, sujeitos ao fogo e a sazonalidade do clima. Sua distribuição principal nas regiões altas da Cadeia do Espinhaço faz fronteira com os biomas da Caatinga e Cerrado ao norte e oeste, respectivamente, inclui na sua matriz matas ciliares e algumas ilhas de floresta (capões) e faz fronteira com a floresta atlântica a leste do Espinhaço. O campo rupestre é afetado por atividades antrópicas relacionadas a extração de recursos minerais e espécies de interesse econômico. Nesse contexto, estudos sobre a fenologia são essenciais para planejar estratégias de conservação e manejo do ambiente e seus recursos naturais. A fenologia tem destaque na agenda global de mudanças climáticas ao promover o monitoramento e a previsão de respostas da vegetação. Para a obtenção de dados fenológicos em regiões tropicais, o uso de câmeras digitais tem se mostrado uma ferramenta eficiente. A técnica de fotografias em sequência (digital repeated photograph) permite a aquisição de dados com alta qualidade e resolução temporal, além de reduzir custos com trabalho em campo, e ser de fácil montagem, sendo um método bem estabelecido e aplicado. Neste trabalho, será investigada a fenologia de uma série temporal de monitoramento remoto dos campos rupestres da Serra do Cipó (MG). Os objetivos para isso são: (i) processamento e compilação de sete anos de dados; (ii) avaliar as séries temporais para cada fitofisionomia do mosaico vegetacional, verificando a concordância entre suas métricas fenológicas e seus padrões de sazonalidade; e (iii) acompanhar dois eventos de fogo ocorridos no decorrer da amostragem, comparando padrões fenológicos e interferências do pré e pós fogo.

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