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Avaliação do estresse oxidativo em equinos saudáveis submetidos à ozonioterapia por insuflação retal em doses crescentes

Processo: 21/05155-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Breno Fernando Martins de Almeida
Beneficiário:Beatriz de Azevedo Martins
Instituição-sede: Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO). Fundação Educacional Miguel Mofarrej. Ourinhos , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia veterinária   Ozonioterapia   Antioxidantes   Estresse oxidativo   Peroxidação de lipídeos   Ozônio   Testes hematológicos   Teste de Tukey   Éguas

Resumo

A ozonioterapia age no organismo de forma a provocar um quadro de estresse oxidativo controlado, induzindo a melhora da resposta antioxidante, imune e circulatória, o que parece auxiliar nos processos infecciosos e inflamatórios, segundo relatos. Todavia, muito pouco é conhecido sobre como a ozonioterapia afeta os parâmetros indicadores de estresse oxidativo, especialmente em equinos. Esse tipo de avaliação faz-se necessária para entender os mecanismos fisiopatológicos que a ozonioterapia causa no organismo, item inicial para que essa terapia possa ser recomendada como um tratamento seguro e eficaz. Nesse contexto, o presente projeto terá como objetivo avaliar os parâmetros de estresse oxidativo de equinos saudáveis submetidos à ozonioterapia por insuflação retal, além da avaliação dos parâmetros clínicos, hematológicos e bioquímicos. Para tal, 10 éguas saudáveis adultas passarão por 8 aplicações de ozônio por insuflação retal duas vezes por semana na dose de 0,05 (semana 1), 0,1 (semana 2), 0,15 (semana 3), 0,2 (semana 4) mg de ozônio/kg, com colheita das amostras para avaliação do estresse oxidativo, hemograma e bioquímicos até 10 semanas após o início da terapia. Adicionalmente, outros 10 equinos saudáveis constituirão o grupo controle e terão amostras de sangue obtidas nos mesmos momentos do grupo tratado. Os estresses oxidativo será determinado pela capacidade antioxidante total (CAT) por quatro métodos: pela redução do cátion ABTS (CAT-ABTS), redução do cátion ABTS associado à peroxidase (CAT-ABTS+HRP), redução férrica (CAT-FRAP) e cúprica (CAT-CUPRAC); além da determinação da capacidade oxidante total (COT), peroxidação lipídica pelas substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) e dos antioxidantes ácido úrico e albumina. As análises hematológicas e bioquímicas clínicas serão realizados em contador automatizado de células veterinário e em fotocolorímetro semiautomatizado utilizando conjunto de reativos comerciais, respectivamente. As variáveis serão testadas quanto à normalidade e homocedasticidade e as diferenças entre os momentos serão verificadas pelos testes de ANOVA com medidas repetidas pós-teste de Tukey ou Friedmann com pós-teste de Dunn, enquanto as diferenças entre os grupos em cada momento serão verificadas pelo teste de t ou Mann-Whitney, sendo consideradas significativas quando p<0,05. (AU)

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