| Processo: | 21/01935-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política - Comportamento Político |
| Pesquisador responsável: | Fernando de Magalhães Papaterra Limongi |
| Beneficiário: | Rodney da Silva Amador |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/14525-6 - Instituições políticas, padrões de interação executivo-legislativo e capacidade governativa, AP.TEM |
| Assunto(s): | São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adhemar de Barros | Competição Política | máquinas políticas | Praticas Eleitorais | São Paulo | Terceira República brasileira (1946-1964) | Eleições e competição político-partidária |
Resumo O período que vai de 1946 a 1964 é tido, por diversos autores, como a primeira experiência democrática brasileira. Diferentemente de períodos anteriores, as eleições apresentaram uma elevada participação e um grau significativo de competição, principalmente entre os dois grandes partidos do período, PSD e UDN. No entanto, o estado de São Paulo, desde as primeiras eleições estaduais, acabou sendo dominado por outros partidos, mais locais, e por políticos ditos populistas. Por outro lado, mesmo com essa especificidade, é necessário pensar o caso paulista à luz da forma como as eleições eram feitas: os eleitores, na maior parte dos lugares, eram "feitos" pelos partidos, isto é, alistados e trazidos para votar. Apesar de ter ganho a eleição para governador em 1947, Adhemar de Barros não contou com os mesmos recursos dos partidos maiores para "fazer eleitores"; soma-se isso o fato de que, ao longo do seu mandato, não há realistamento eleitoral e, portanto, não haveria a possibilidade de fazer novos eleitores. Nesse sentido, o objetivo desta pesquisa é entender como Adhemar e o PSP se estabeleceram como a principal força política do estado. Isso será feito a partir do estudo dos resultados eleitorais e estatísticas do eleitorado, principalmente o alistamento, a partir da documentação do Tribunal Regional Eleitoral, além de pesquisa qualitativa para entender como o PSP montou sua "máquina", com jornais e documentos do Arquivo Público do Estado de São Paulo, como o Fundo Adhemar de Barros e documentos da administração estadual. | |
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