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A terapia fotodinâmica antimicrobiana e a fotobiomodulação podem influenciar o reparo tecidual no pós-operatório de cirurgias odontológicas em pacientes diabéticos? Ensaio clínico randomizado cego

Processo: 21/10897-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Maria Cristina Zindel Deboni
Beneficiário:Julia Puglia Nunes
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia bucomaxilofacial   Diabetes mellitus   Reparo tecidual   Reparo ósseo   Intensificação de imagem radiográfica   Terapia a laser de baixa intensidade   Terapia fotodinâmica antimicrobiana

Resumo

Os pacientes acometidos pelo diabetes podem apresentar atraso no processo de reparação tecidual. Como condição sistêmica, o diabetes pode inibir uma série de fatores de crescimento, diminuir o metabolismo local e a resposta reparadora por prejuízo principalmente da síntese de colágeno. Muitas terapias adjuvantes têm sido estudadas para estimular o processo de reparo nessa condição. Entre as novas terapias, o laser de baixa potência tem se destacado devido aos seus efeitos moduladores do reparo de feridas pelo estímulo à proliferação celular e à angiogênese. Este estudo tem como objetivo verificar clinicamente o desfecho primário do estado de reparo da mucosa e, como desfechos secundários, o reparo ósseo, níveis de dor, edema e abertura bucal pós-operatórios após terapia fotodinâmica antimicrobiana por laser vermelho (660nm) e fotobiomodulação por laser infravermelho (808 nm) em indivíduos diabéticos. Serão selecionados 20 pacientes diabéticos não-insulino dependentes, com necessidade exodôntica bilateral por via aberta ou fechada que apresentem Glicemia em jejum e Hemoglobina glicada com valores máximos entre 110-150mg/dl de sangue e até 7.5%HBa1C, respectivamente. Esses pacientes serão alocados em 3 grupos, a depender do protocolo a receber - aPDT, aPDT+PBM ou Sham (simulação da aplicação da irradiação laser). Serão avaliados: como desfecho primário, o reparo da mucosa por uma escala de imagens digitais; como desfechos secundários, o reparo ósseo por imagens radiográficas digitais que serão comparadas através de software, os níveis de dor por uma escala visual analógica, o edema por medidas lineares que serão demarcadas no paciente e a abertura bucal através de medidas que serão registradas com paquímetro digital. (AU)

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