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Nanocarreadores fluorescentes baseados em nanopartículas de fosfato de cálcio amorfo para a liberação controlada de Gencitabina

Processo: 21/11424-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2021
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Valtencir Zucolotto
Beneficiário:Lucas Trindade Pereira
Instituição Sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50947-7 - INCT 2014: em Células Tronco e Terapia Celular no Câncer, AP.TEM
Assunto(s):Nanomedicina   Sistemas de liberação de medicamentos   Nanocarreadores   Moléculas bioativas   Gencitabina   Luminescência
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Amorphous Calcium Phosphate | drug delivery | gemcitabine | nanocarriers | Nanomedicina

Resumo

A maioria dos medicamentos contra o câncer são insolúveis em água, não direcionados e com elevados efeitos colaterais. Com o objetivo de superar estas limitações, o desenvolvimento de sistemas carreadores baseados em nanopartículas (NPs) biocompatíveis para a entrega intracelular de fármacos bioativos tem atraído atenção cada vez maior na nanomedicina moderna. Destacam-se os nanocarreadores compostos por fosfatos de cálcio (CaPs) devido as únicas propriedades que apresentam, como elevada biocompatibilidade, biodegradabilidade ajustável, fácil preparação e funcionalização, bem como a significativa capacidade de carrear distintos antineoplásicos, genes e proteínas. Ademais, as NPs de CaPs possuem estruturas capazes de aceitar diversas substituições iônicas, rendendo novas propriedades úteis em diagnóstico, o que lhes permite atuar como plataformas teranósticas na concomitante liberação controlada e monitorada de moléculas bioativas. O presente projeto visa avaliar a capacidade de carregamento e liberação controlada do antineoplásico gencitabina, agente terapêutico de primeira linha utilizado em clínica no tratamento do câncer de pâncreas, ao utilizar NPs carbonatadas de fosfato de cálcio amorfo como veículo nanocarreador. Pretendemos verificar a simultânea liberação de íons Ca2+ pela dissolução pH-responsiva das NPs, reação apontada como potencializadora de apoptose em células cancerígenas e, como consequência, na efetividade terapêutica do sistema nanoparticulado. A possibilidade em monitorar esses processos via luminescência intrínseca das NPs, sem a presença de íons ativadores ou outros compostos luminescentes, será avaliada para futuros usos em terapia guiada por imagem. (AU)

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