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Impacto da COVID-19 na mortalidade e assistência hospitalar do Câncer nas 133 regiões geográficas intermediárias do Brasil e sua relação com condições socioeconômicas e provisão de estrutura hospitalar

Processo: 21/07433-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2021
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:José Leopoldo Ferreira Antunes
Beneficiário:Amanda Ramos da Cunha
Instituição Sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):23/10389-4 - Impacto da pandemia de Covid-19 sobre a carga de câncer no Brasil e nos países do International Cancer Benchmarking Partnership, BE.EP.PD
Assunto(s):Epidemiologia do câncer   Neoplasias   Mortalidade   Hospitalização   Assistência hospitalar   Sistemas de saúde   Indicadores sociais   SARS-CoV-2   Betacoronavirus   COVID-19   Brasil
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Assistência Hospitalar | Covid-19 | indicadores sociais | mortalidade | Neoplasias | Sistemas De Saúde | Epidemiologia do Câncer

Resumo

A pandemia de COVID-19 desestruturou a prestação de cuidado em Câncer ao redor do mundo. Esse estudo alicerça-se na hipótese de que essa situação esteja causando atrasos nos diagnósticos de Câncer e ocasionando cuidado aquém do ideal dos pacientes com essa doença, delineando uma conjuntura com potencial impacto na mortalidade. Esse impacto - e suas possíveis variações, entre os diferentes tipos de Câncer e populações - é ainda desconhecido. Objetivos: Analisar o impacto da pandemia por COVID-19 na mortalidade e nas internações hospitalares por todos os tipos de Câncer e, separadamente, pelos cinco tipos de Câncer mais incidentes e que mais levam a óbito no Brasil, nas 133 Regiões Geográficas Intermediárias (RGIs) do País, e analisar como fatores socioeconômicos e da estrutura da rede hospitalar de saúde influenciam nessa relação. Métodos: As unidades de análise serão as 133 RGIs do Brasil. Serão analisados óbitos e internações hospitalares por todos os Cânceres e, separadamente, pelos cinco tipos de Câncer mais incidentes e que mais causam óbitos no Brasil (traqueia, brônquio e pulmão; cólon e reto; mama feminina; próstata; e estômago), que serão ainda categorizados de acordo com seu prognóstico - Cânceres "tratáveis" ou "não-tratáveis". Os dados sobre mortalidade serão obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade e os dados sobre internações hospitalares, no Sistema de Informações Hospitalares do SUS, considerando o período entre 2014 e 2021. Para a caracterização das RGIs, será utilizado o Índice de Desenvolvimento Humano, o Índice Brasileiro de Privação e taxas de leitos hospitalares (por tipo e vínculo com o SUS) por habitante. O cálculo das taxas de óbito contará com etapa prévia de redistribuição de óbitos mal definidos, seguindo duas técnicas reconhecidas pela literatura - técnica de França e do Global Burden of Diseases. As taxas de óbito e de internação hospitalar do período pré-pandemia serão comparadas às das diferentes fases da pandemia. O impacto da pandemia de COVID-19 sobre os desfechos, por RGI, será estimado por porcentagem de variação em relação ao período de controle. A variação desse impacto nas diferentes RGIs, considerando suas características socioeconômicas e de provisão de atenção hospitalar, será analisada por modelos de regressão múltipla. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
AMANDA RAMOS DA CUNHA; SOFIA RAFAELA MAITO VELASCO; FERNANDO NEVES HUGO; JOSÉ LEOPOLDO FERREIRA ANTUNES. Hospitalizações por câncer bucal e orofaríngeo no Brasil pelo SUS: impactos da pandemia de covid-19. Revista de Saúde Pública, v. 57, . (21/07433-6)

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