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A presença de Lionello Venturi na crítica e historiografia da arte Sul-Americana

Processo: 21/05783-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2022
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2024
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Fundamentos e Crítica das Artes
Pesquisador responsável:Ana Gonçalves Magalhães
Beneficiário:Marina Barzon Silva
Instituição-sede: Museu de Arte Contemporânea (MAC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/07366-1 - Coletar, identificar, processar, difundir: o ciclo curatorial e a produção do conhecimento, AP.TEM
Assunto(s):Arte moderna

Resumo

O presente projeto tem por objetivo investigar a presença de Lionello Venturi (Modena, 1885 - Roma, 1961), na América do Sul, e de forma mais detalhada no Brasil, no período que vai da década de 1940, com o início da institucionalização da arte moderna nesse ambiente, destacando-se o surgimento do antigo MAM de São Paulo, até a década de 1960 (depois de morte do crítico), quando seu nome figura de modo numeroso na imprensa relacionada a crítica de arte no Brasil. Diferentemente de sua circulação na Argentina, onde a editora Poseidon, por exemplo, publica alguns de seus livros ainda na década de 1940, Venturi nunca teve nenhuma de suas obras traduzidas e publicadas no Brasil. No entanto, sua presença e seu legado na crítica e na história da arte no país é percebida de forma indireta. Um dos principais rastros desse legado é o II Congresso Nacional de Críticos de Arte de 1961, que ocorreu após a sua morte, no qual grandes críticos brasileiros do período prestaram sua homenagem a essa figura que descrevem como mentora para suas práticas críticas. Já na Argentina, destaca-se sua colaboração com a revista dirigida pelo crítico Romero Brest, Ver y Estimar, que nos mesmos anos publicou contribuições de diversos desses críticos brasileiro. Outro ponto a se destacar é a aquisição por Francisco Matarazzo Sobrinho de obras do chamado Gruppo degli Otto para o acervo do antigo MAM entre 1951 e 1954, tanto nas Bienais de São Paulo quanto nas Bienais de Veneza do quadriênio. Este grupo de artistas italianos, encabeçados por Venturi, e, portanto, sua crítica, permite também destrinchar a relação entre essas instituições. Buscar a presença de Venturi no Brasil - e de forma mais estendida na América do Sul - se propõe como uma via para entender não apenas o impacto do autor, mas também como a produção artística italiana e seu colecionismo aqui, permitindo um enfoque ainda não explorado no estudo da arte moderna. (AU)

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