| Processo: | 21/11341-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Sobhie Diaz |
| Beneficiário: | Nathalia Mantovani Pena |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/10396-2 - Estratégia com intervenções múltiplas para eliminação dos reservatórios virais do HIV-1 entre pacientes em tratamento antirretroviral almejando a remissão sustentada do HIV sem antirretrovirais, AP.TEM |
| Assunto(s): | Infectologia Epigênese genética Metilação HIV-1 Acetilação Terapia antirretroviral de alta atividade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epigenética | Latência | metilação | Infectologia |
Resumo Embora a terapia antirretroviral seja capaz de manter o nível de replicação do HIV-1 em níveis indetectáveis, existem obstáculos que impossibilitam a erradicação da infecção, como o estabelecimento de reservatórios virais logo no início da infecção e a presença de células com infecção latente. Sabe-se que a latência é mantida, em parte, por modificações epigenéticas que controlam a reativação da transcrição do provírus e, por esta razão, têm sido empregadas diferentes estratégias a fim de induzir a transcrição do HIV-1 nas células latentemente infectadas para que estas sejam eliminadas pela ação citotóxica do sistema imune do hospedeiro. A epigenética atua na interface entre o genoma e o ambiente, e seu caráter modulável faz com que este seja um campo de estudo promissor na busca por intervenções que possam promover a interrupção da latência. O objetivo do presente projeto é avaliar os perfis de metilação e acetilação global em indivíduos cronicamente infectados pelo HIV-1 que recebem terapia antirretroviral em conjunto com diferentes intervenções que almejam a cura esterilizante pelo HIV-1. Para tal, nesses indivíduos, será usada como base a combinação de (I) intensificação do tratamento; (II) inibição das deacetilases de histonas com nicotinamida; (III) mudança do fenótipo celular eliminando células de longa vida com sais de ouro; e (IV) vacinação de células dendríticas estimuladas pelo vírus autólogo do paciente para eliminação de células cronicamente infectadas em santuários. A análise das alterações epigenéticas no genoma humano dos indivíduos submetidos às diferentes terapias possibilitará um maior entendimento sobre os mecanismos subjacentes à reativação proviral e à persistência da infecção pelo HIV-1. (AU) | |
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