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Arte moderna holandesa e belga no acervo do MAC-USP

Processo: 21/11207-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 15 de abril de 2022
Vigência (Término): 14 de abril de 2023
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Fundamentos e Crítica das Artes
Pesquisador responsável:Ana Gonçalves Magalhães
Beneficiário:Felipe Sevilhano Martinez
Supervisor: Chris Stolwijk
Instituição Sede: Museu de Arte Contemporânea (MAC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Netherlands Institute for Art History (RKD), Holanda  
Vinculado à bolsa:20/14274-9 - Arte moderna holandesa e belga no acervo do MAC-USP, BP.PD
Assunto(s):Arte moderna   História da arte   Expressionismo   Museus
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Arte Belga | Arte Holandesa | arte moderna | Expressionismo Flamengo | Grupo CoBrA | Mac Usp | História da Arte

Resumo

Este projeto estuda os artistas de origem holandesa e belga presentes no acervo do MAC-USP. Foram selecionadas 38 obras de 26 pintores da coleção do museu, nascidos na Holanda e na Bélgica, ou relacionados com movimentos artísticos nesses países entre 1930 e 1970. São eles: Constant Permeke, Karel Appel, Pierre Alenchinsky, William Gear, Johann Gutlich, Gerrit Benner, Daniel den Dikkenboer, Koos Hooykaas, Christine Boumeester, Roger van Rogger, Louis van Lint, Gaston Bertrand, Jozef Cantré, Jean Cobbaert, Georges Collignon, César Domela, Wally Elenbaas, René Guiette, Octave Martini Landuyt, Frieda Hunziker, Isaac Monteiro, Antoine Mortier, Gustave Singier, Philip Zilcken. Alguns deles foram vencedores de prêmios de aquisição da Bienal, como Permeke, Appel e Benner; outros viveram no Brasil por longos períodos, como Gutlich e van Rogger.Esta pesquisa está vinculada ao projeto temático "Coletar, identificar, processar, divulgar. O ciclo curatorial e a produção do conhecimento", e o projeto proposto é semelhante ao organizado pela orientadora de pesquisa no Brasil e diretora do MAC USP, Ana Gonçalves Magalhães, sobre a coleção de arte moderna italiana presente no acervo do museu. Devido à quantidade de obras e artistas estudados e à escassez de informações sobre eles disponíveis nos arquivos brasileiros, um período de pesquisas no exterior foi inicialmente previsto como uma etapa fundamental no desenvolvimento do projeto. O ponto central da pesquisa no exterior é o Nederlands Instituut voor Kunstgeschiedenis (RKD), Instituto Holandês de História da Arte, onde fiz parte do meu doutorado, concluído em março de 2020 na Universidade Estadual de Campinas. (AU)

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