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A proteostase como um mecanismo pós-transcricional de manutenção de pluripotência: o papel da STI1 em células de pluripotência induzida humanas

Processo: 21/13114-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 10 de março de 2022
Vigência (Término): 09 de março de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Marilene Hohmuth Lopes
Beneficiário:Camila Felix de Lima Fernandes
Supervisor: David Vilchez
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Cologne (UoC), Alemanha  
Vinculado à bolsa:19/14741-9 - Estudo do papel da STI1 e potenciais fatores associados à rede de proteostase na regulação da pluripotência, BP.DD
Assunto(s):Células-tronco pluripotentes induzidas   Proteínas de choque térmico   Células-tronco   Proteostase   Desenvolvimento humano
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:induced pluripotent stem cells | Pluripotecy | Proteostasis | Sti1 | Célula-tronco

Resumo

As células-tronco de pluripotência induzida (iPSCs) são uma das ferramentas biológicas mais importantes para o estudo do desenvolvimento humano, senescência celular e doenças neurodegenerativas, com grande apelo para pesquisas e terapias paciente-específicas. As iPSCs, como as células-tronco embrionárias (ESCs), apresentam mecanismos aumentados de regulação da homeostase proteica (proteostase), que se somam às outras vias conhecidas de controle da pluripotência e autorrenovação: o core formado pelos fatores de transcrição OCT4, SOX2 e NANOG, mecanismos epigenéticos e especificações metabólicas, para ajudar a compreender a regulação desse importante tipo celular. Embora a proteostase seja indiscutivelmente um mecanismo importante de controle da pluripotência, esse tópico foi negligenciado nas pesquisas científicas por um longo período. Consequentemente, muitos aspectos que regulam o controle da proteostase em células pluripotentes, bem como a importância desses mecanismos para a manutenção da pluripotência e ausência de senescência celular, permanecem desconhecidos. Portanto, identificar moléculas que podem atuar direta ou indiretamente modulando essa complexa rede regulatória é essencial para explorar o potencial das células pluripotentes na medicina regenerativa, reprodução assistida e pesquisa científica. A STI1 é uma cochaperona fundamental na manutenção da proteostase, que tem um papel essencial no desenvolvimento embrionário inicial. Dados preliminares de nosso grupo mostram que a expressão de STI1 é fundamental para manter a pluripotência em ESCs de camundongos. Dessa forma, buscamos entender se a STI1 e fatores associados desempenham um papel na manutenção da pluripotência de iPSCs humanas, possivelmente reproduzindo alguns dos resultados que obtivemos em células murinas. Em outras palavras, buscamos lançar luz sobre a importância, há muito tempo negligenciada, dos mecanismos de proteostase em células pluripotentes humanas e as consequências da perturbação desse mecanismo para essas células. (AU)

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