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As rãs-de-veneno simpátricas possuem químicos defensivos simlares (Anura: Dendrobatidae)?

Processo: 21/14522-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2022
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia
Pesquisador responsável:Taran Grant
Beneficiário:Julia Albuquerque de Pinna
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15425-0 - Uma abordagem multidisciplinar para o estudo da diversificação dos anfíbios: fase 2, AP.JP2
Bolsa(s) vinculada(s):22/07325-1 - Quantificaçao de alcaloides em espécies de Dendrobatidae, BE.EP.IC
Assunto(s):Diversidade genética   Alcaloides   Simpatria   Dendrobatidae   Anura   Anfíbios

Resumo

A defesa química nas "rãs-de-veneno" provém de alcaloides lipofílicos sequestrados de artrópodes ingeridos na dieta. Apesar de notoriedade científica e popular das rãs-de-veneno, seu sistema de defesa química ainda permanece pouco estudado, especialmente no que concerne as causas de variações inter-específicas na diversidade de alcaloides, o que é importante para entender a evolução do mecanismo de sequestro em Dendrobatidae. Algumas variáveis já foram propostas para explicar a variação na diversidade de alcaloides, como distribuição geográfica (associada a artrópodes locais / disponibilidade de alcaloides) e mecanismos genéticos de sequestro. Um método para começar a testar essas explicações é estudar a diversidade de alcaloides em espécies simpátricas. Estudos anteriores sobre espécies simpátricas de rãs-de-veneno são limitados a espécies endêmicas da América Central, representando apenas três gêneros. Assim, esse trabalho pretende testar a generalidade de descobertas anteriores ao analisar três gêneros sul-americanos. Mais especificamente, pretende-se comparar a diversidade de alcaloides em indivíduos simpátricos de Ameerega hahneli, Ameerega macero, Ameerega trivittata, Ranitomeya amazônica e Ranitomeya cyanovittata, coletados em três estados distintos (Acre, Amazonas Pará) no Brasil. Nossos resultados irão expandir o conhecimento sobre defesa química em rãs-de-veneno simpátricas, e contribuir para um mais amplo conhecimento da evolução no sequestro de alcaloides.(AU)

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