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Adaptando-se a um mundo em mudança: como a variabilidade no risco de predação e na disponibilidade de novos habitats afetam a capacidade de mudança de cor e camuflagem em camarões-camaleão (Hippolyte varians)?

Processo: 22/00946-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 27 de junho de 2022
Vigência (Término): 26 de junho de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Gustavo Muniz Dias
Beneficiário:Rafael Campos Duarte
Supervisor: Martin Stevens
Instituição Sede: Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Exeter, Penryn, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:19/01934-3 - Mudança de cor e camuflagem em crustáceos bentônicos costeiros: ocorrência, pressões seletivas e função ecológica, BP.PD
Assunto(s):Adaptação   Espécies invasoras   Predação   Ecologia comportamental   Camarão
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:adaptação | Camuflagem | coloração animal | espécies invasoras | jogos online | Predação | Ecologia comportamental

Resumo

Muitos animais mudam de cor em diferentes escalas temporais para se camuflar em substratos variáveis, permitindo-lhes lidar com a incerteza espacial e temporal na disponibilidade desses substratos. Entretanto, mesmo que a capacidade em mudar de cor possa melhorar a ocultação de presas e reduzir sua detecção por predadores visuais, pouco se sabe como essa relação é afetada por diferentes impactos antrópicos, como a introdução de espécies não-nativas, e por diferentes riscos de predação. Esse projeto BEPE consiste em um estágio de 12 meses no Centro de Ecologia e Conservação da Universidade de Exeter, Campus de Penryn, Reino Unido, sob a supervisão do Prof. Martin Stevens. Eu irei usar camarões-camaleão (Hippolyte varians), uma espécie capaz de mudar de cor para se camuflar nas diferentes macroalgas onde vivem, e métodos de análise de imagens e modelagem visual, para testar através de experimentos de laboratório como a presença de algas exóticas e diferentes pistas de predadores (visuais e químicas) afetam a capacidade dos camarões em mudarem de cor. Além disso, eu irei beneficiar da experiência do Prof. Stevens em análises visuais e de imagens, incluindo a programação de jogos de ciência-cidadã, para desenvolver um jogo online de computador, usando jogadores humanos como predadores, para testar como a sobrevivência dos camarões é diretamente afetada pela sua habilidade de se camuflar diferencialmente em diferentes espécies de macroalgas. Os resultados obtidos ao longo desse estágio irão complementar aqueles que estou obtendo no Brasil sobre camuflagem e mudança de cor em crustáceos costeiros bentônicos, os quais darão uma grande contribuição para as áreas ainda incipientes de ecologia comportamental e sensorial no meu país natal. (AU)

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